Avaliação do tratamento de emergência da exacerbação da asma e sibilância em pronto atendimento pediátrico
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Objetivos: Avaliar o tratamento da sibilância e da exacerbação da asma em unidade de emergência pediátrica (DE), comparando-o ao recomendado pelas diretrizes para esse fim. Métodos: Estudo descritivo transversal, por meio do levantamento de prontuários de crianças e adolescentes (0 - 15 anos de idade) que receberam medicação para sibilância ou exacerbação da asma, no período de janeiro a abril de 2015, em DE. O tratamento empregado foi comparado ao preconizado pelas diretrizes sendo analisadas as variáveis referentes à medicação (número e dose de ß2 agonista de curta ação, associado ou não a anticolinérgico, corticosteroide oral ou parenteral) e ao tempo de permanência na DE (=1 h, =8 h e internação hospitalar). Resultados: Foram selecionados 1.011 pacientes, 56,7% com idades entre 3 e 15 anos e 56% do sexo masculino. Embora os fármacos utilizados estivessem de acordo com o preconizado, foram observados erros com relação à dose, droga de escolha, forma de utilização, tempo de uso, sendo dose incorreta o achado mais frequente (ß2 agonista de curta ação: 66% e brometo de ipratrópio: 95,2%). Conclusão: O nível de utilização das medidas recomendadas pelas diretrizes foi baixo e compatível com outros estudos, levando a risco aumentado de falha no tratamento e maior custo. Apesar da ampla divulgação, os conceitos estabelecidos não são suficientemente incorporados à prática clínica.
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