Impacto do acesso à saúde na internação de crianças e jovens com paralisia cerebral e síndromes paralíticas nas regiões brasileiras

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Introdução: Em 2021, o Brasil abrangia uma extensão territorial de 8.510.345,540 km², com uma população de 214,3 milhões, dos quais 60.359.871 tinham entre 0 e 19 anos de idade. Essa faixa etária apresenta a maior necessidade de atendimento médico para diagnóstico e tratamento de Paralisia Cerebral. Objetivo: O propósito deste estudo é analisar a correlação entre a infraestrutura de saúde nas distintas regiões do Brasil e seu impacto nas hospitalizações e óbitos de crianças com Paralisia Cerebral e outras síndromes paralíticas. Método: utilizou-se um desenho ecológico de série temporal, utilizando dados secundários de base populacional obtidos do DATASUS, do Ministério da Saúde do Brasil. Os dados incluídos neste estudo abrangeram a população de zero a 19 anos, estabelecimentos de Saúde, médicos atuantes em estabelecimentos de Saúde, internações e óbitos. Em relação às internações e óbitos, foram consideradas, para o grupo controle, todas as ocorrências relacionadas às morbidades listadas na Classificação Internacional de Doenças, e, para o grupo específico, ocorrências relacionadas às crianças diagnosticadas com Paralisia Cerebral e outras síndromes paralíticas. Os dados deste estudo foram coletados no período de janeiro de 2018 a dezembro de 2021. Utilizou-se TABNET para coleta de dados e Excel para tabulação e análise. Resultados: a análise dos dados da estrutura de Saúde entre as regiões revelou disparidades notáveis, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, em comparação com outras regiões. Tais discrepâncias levaram à decisão de realizar uma avaliação comparativa entre essas regiões e as outras do país. Na região Norte, foi observada diferença significativa de 100% nas internações por residência versus local de atendimento para indivíduos com Paralisia Cerebral e outras síndromes paralíticas, indicando a necessidade de realocação para acesso ao tratamento médico adequado. Conclusão: A pesquisa ressaltou que há disparidades significativas entre as regiões do Brasil em termos de acesso a profissionais de saúde e instalações médicas, resultando em variações nas hospitalizações de crianças e adolescentes, com destaque para a região Norte do país.

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