Comparação da modulação autonômica cardíaca entre idosos saudáveis e hipertensos durante e após exercício físico aeróbico
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Introdução: Uma série de alterações podem estar ligadas ao processo de envelhecimento, comprometendo a condução cardíaca e redução da função barorreceptora cardiovasculares. O avançar da idade promove um declínio da variabilidade da frequência cardíaca e essa diminuição pode aumentar a probabilidade de doenças cardiovasculares, entretanto, o exercício pode melhorar e combater os mecanismos patológicos do envelhecimento cardiovascular e do sistema nervoso autônomo de idosos hipertensos. Objetivo: analisar a modulação autonômica da frequência cardíaca em idosos hipertensos durante e após uma sessão de exercício aeróbico e comparar com idosos sem doença cardiovascular ou metabólica. Método: Este foi um estudo quase-experimental com idosos hipertensos (grupo HAS) e idosos sem doenças cardiovasculares e/ou metabólicas (grupo controle). Foram colhidos dados sobre a pressão arterial e a variabilidade da frequência cardíaca (VFC) antes, durante e após 30 minutos de exercício físico aeróbico em esteira ergométrica. As diferenças estatísticas foram detectadas utilizando MANOVA e ANOVA. Foram consideradas diferenças significativas quando p<0,05. Resultados: Houve redução na modulação parassimpática entre o momento repouso (HF=374.29±236.82ms2 ; SD1=19.19±19.44ms) e os 5 minutos da recuperação (HF=91.41±128.77ms; SD1=11.91±8.94ms) para os idosos do grupo controle. Idosos do grupo controle tinham uma maior modulação parassimpática (RMSSD = 24.24±30.34 ms; HF=107.77± 138.28 ms2 ; SD1= 17.36±21.38 ms) da FC 30 minutos pós-exercício quando comparado aos minutos iniciais da recuperação (RMSSD = 19.86±22.93 ms; HF=91.41±128.77ms2 ; SD1= 11.91±8.94ms). Não houve diferença na variabilidade global da FC entre idosos sem doenças cardiovasculares e metabólicas e idosos hipertensos. Conclusão: Não houve diferença na modulação autonômica e na variabilidade global da frequência cardíaca entre idosos sem doenças cardiovasculares e metabólicas e idosos hipertensos após uma sessão de exercício aeróbico. Os idosos sem doenças metabólicas apresentaram diminuição na modulação parassimpática e na variabilidade global entre o momento do repouso e os 5 minutos da recuperação, entretanto, aos 30 minutos de recuperação pós exercício restauraram a atividade parassimpática.
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