Acesso vascular para hemodiálise: situação atual no estado do Ceará, Brasil
| dc.audience.educationLevel | Doutorado | |
| dc.contributor.advisor | Correa, João Antônio | |
| dc.contributor.advisor | Abreu, Luiz Carlos de | |
| dc.contributor.author | Lima, João Kennedy Teixeira | |
| dc.date.accessioned | 2026-04-24T16:30:36Z | |
| dc.date.issued | 2018 | |
| dc.description | Introdução: O acesso vascular é essencial para um bom tratamento dialítico. O acesso ideal é representado por fístulas arteriovenosas tanto como acesso inicial quanto em uso. As fístulas arteriovenosas são determinantes de parâmetros de atenção à saúde do paciente renal crônico. Objetivo: Avaliar a frequência dos acessos vasculares para hemodiálise. Método: trata-se de estudo transversal, com amostra de 2513 indivíduos portadores de Doença Renal Crônica Terminal que frequentavam o setor de hemodiálise no estado do Ceará. Foram coletados os dados da idade, sexo, tempo de tratamento, doença de base, acesso inicial e acesso em uso. Os dados foram avaliados utilizando-se os programas Microsoft Excel e SPSS 21.0. As variáveis categóricas foram descritas como valores absolutos e relativos. Os dados foram divididos em dois grupos, interior do estado e Região Metropolitana de Fortaleza, no Estado do Ceará e comparados através do Teste de Student (p<0,05). Resultados: A faixa etária mais comum era entre 19 a 64 anos (73%). O sexo masculino prevalecia nas duas regiões, 713(63%) no interior e 792(57%) na zona metropolitana. A causa mais comum de Doença Renal Crônica era por Hipertensão Arterial Sistêmica 306(27%), seguida de Doença de causa indeterminada 295(26%) no interior; já na região metropolitana, Diabetes Melittus 356(26%) era a principal causa, seguida por Hipertensão Arterial Sistêmica e Doença de causa indeterminada, cada uma com 344(25%), p=0,001. No interior, 9% iniciaram o tratamento por fístula enquanto na área metropolitana 12%, p=0,011. 79% dos pacientes do interior eram submetidos à hemodiálise através de fístulas e 81% na área metropolitana, p=0,156. Conclusão: As fistulas arteriovenosas são mais frequentes como acessos vasculares iniciais para hemodiálise na região metropolitana do que no interior mas há uma equivalência de fistulas em uso nas duas regiões. A frequência das fistulas está acima do recomendado. Cateter é a principal via de acesso inicial. Há um elevado índice de fístulas em membros superiores distais e cateteres em veias jugulares. A avaliação dos acessos vasculares no Ceará demonstrou que os serviços de hemodiálise conseguem manter bons parâmetros de atenção ao portador de doença renal crônica. | |
| dc.description.course | Ciências da Saúde | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://dspace.fmabc.br/handle/1/416 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | en |
| dc.rights.access | Acesso Aberto | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | |
| dc.subject.keyword | Diálise renal | |
| dc.subject.keyword | Fístula arteriovenosa | |
| dc.subject.keyword | Acesso vascular | |
| dc.title | Acesso vascular para hemodiálise: situação atual no estado do Ceará, Brasil | |
| dc.type | Tese |
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