O diagnóstico de hemocromatose no exame de ressonância magnética

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O ferro é um mineral muito importante para o organismo humano e desempenha uma importante função no metabolismo energético celular. Quando há sobrecarga, ou seja, acumulo excessivo ferro depositados em alguns órgãos, cujo a maioria dos órgãos acometidos são parenquimatosos, casando assim grandes danos. Esse excesso de ferro por ser classificado como sobrecarga primária que ocorre devido ao processo de regulação da homeostasia dentro do organismo chamada de hemocromatosse hereditária e a secundária que ocorre em doenças congênitas ou adquiridas. A hemocromatosse hereditária é uma doença autossômica recessiva e está associada as mutações gênicas, ligadas ou não ao gene HFE e divididas em subtipos. O ferro é toxico e progressivamente causa lesões nos tecidos. Dentre os órgãos mais afetados estão o baço, fígado, pâncreas e coração. O diagnóstico de hemocromatose baseia-se em níveis séricos aumentados da transferrina e da ferritina, na pesquisa de mutações genéticas, no exame por imagem e na biopsia hepática. A ressonância magnética vem com um grande potencial para o diagnóstico e monitoramento do paciente, pois é um método não invasivo, e com grande sensibilidade que permite a quantificação indireta do ferro

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