Avaliação e manejo da dor do recém-nascido: revisão narrativa

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O recém-nascido não verbaliza sua dor e apresenta uma linguagem peculiar que requer uma observação acurada, utilizando escalas unidimensionais e multidimensionais validadas para reconhecer e manejar com segurança dor. O objetivo deste estudo foi buscar as evidências disponíveis na literatura em relação à avaliação e manejo da dor no recém-nascido. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura. Constatou-se que as escalas mais utilizadas são a Neonatal Facial Coding System (NFCS), ou seja, Sistema de Codificação Facial Neonatal, a Neonatal InfantPainScale (NIPS) cognominada Escala de Avaliação de Dor no RN, o PrematureInfantPain Profile (PIPP- Perfil de Dor do Prematuro) para avaliar a dor aguda e o CRIES, ou seja, o Escore para avaliação da dor pós-operatória do RN, a Neonatal Pain, AgitationandSedationScale (N-PASS), a Escala de sedação COMFORT e a DouleurAiguedu Nouveau-né (DAN), as quais contribuem para determinar a intervenção mais adequada. As intervenções utilizadas são as farmacológicas e não farmacológicas, sendo geralmente utilizadas concomitantemente. Inclusive, os fármacos são freqüentemente empregados para dor severa e intensa, causada por procedimentos invasivos, mais complexos e prolongados. Evidenciou-se que a dor do RN é causa de desconforto e sofrimento. Por isso, os profissionais envolvidos no processo do cuidar devem estar aptos para reconhecer e manejar com segurança a dor do RN.

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