Ressonância magnética funcional e a sua contribuição do estudo de pacientes com esquizofrenia
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A esquizofrenia, doença grave, considerada o principal transtorno mental psicótico arquétipo, com incidência da na ordem de uma para cada 100 pessoas, rompe com a realidade experimental ou com os processos de pensamento. O exame de imagem por Ressonância Magnética (RM) permite o estudo não invasivo do corpo humano, sem o uso de radiação ionizante, com importante contribuição na análise, estudo e avaliação morfofuncional das estruturas cerebrais. A presente revisão tem por finalidade estudar o papel da Ressonância Magnética Funcional (RMF) na investigação clínica de pacientes com esquizofrenia.
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