Efeitos e aplicabilidade da terapia com exposição a realidade virtual em crianças com paralisia cerebral: o que dizem as evidências cientificas
| dc.audience.educationLevel | Especialização | |
| dc.contributor.advisor | Rimi, Deise Mendes Thomaz | |
| dc.contributor.author | Silva, Thayna Tauana da | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-31T18:05:46Z | |
| dc.date.issued | 2023 | |
| dc.description | Introdução: A paralisia cerebral (PC), também conhecida como encefalopatia crônica não progressiva, é a causa mais frequente de deficiência motora na infância e refere se a um grupo heterogêneo de condições que cursa com disfunção motora central, afetando o tônus, a postura e os movimentos. Resultante de uma lesão permanente em um cérebro em desenvolvimento, apresenta-se uma forma variável em termos de distribuição anatômica da lesão, gravidade do acometimento motor e sintomas clínicos associados. Realidade virtual é um ambiente cibernético, no qual o indivíduo poderá se inserir como se estivesse mesmo ali, tudo não passando de um sistema computacional. A tecnologia induz efeitos visuais e sonoros, permitindo total imersão no espaço simulado virtualmente. Objetivo: descrever o efeito e as formas de aplicação da terapia com exposição à realidade virtual em crianças com paralisia cerebral: o que dizem as evidências científicas. Métodos: Trata-se de uma revisão de literatura integrativa, e para execução foram realizados levantamentos nos bancos de dados eletrônicos PEDro, PubMed, e Scielo, utilizando os termos: Virtual Reality, Exposure Therapy, Cerebral Palsy e Child. Foram considerados apenas ensaios clínicos randomizados. O levamento de dados foi realizado em janeiro de 2023. Resultados: Foram encontrados dez artigos que se enquadravam no atual estudo. As principais estratégias citadas na literatura, com efeitos significativos, relacionados a exposição da terapia de realidade virtual em PC foram: Escala de Equilíbrio Pediátrico (PBS), Medida da Função Motora Grossa-88 (GMFM-88), Medida de Independência Funcional Wee (WeeFIM), Função Motora Fina Bimanual (FMC), Sistema de Classificação da Função Motora Grossa (GMFCS), escala de equilíbrio de Berg (BBS). Conclusão: A exposição a realidade virtual tem seus benefícios para criança com paralisia cerebral, como há melhora na função motora, na integração visual-motora, aumento do quociente de desenvolvimento motor fino, treino de equilíbrio, treino de marcha. É possível concluir que a realidade virtual pode ser trabalhada junto com a fisioterapia, sendo uma forma de deixar o tratamento mais atrativo, e com isso ter uma maior aderência ao tratamento para essas crianças com PC | |
| dc.description.course | Fisioterapia Pediátrica e Neonatal | |
| dc.identifier.uri | https://dspace.fmabc.br/handle/1/1234 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International | en |
| dc.rights.access | Acesso Aberto | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ | |
| dc.subject.keyword | Fisioterapia | |
| dc.subject.keyword | Criança | |
| dc.subject.keyword | Reabilitação | |
| dc.subject.keyword | Paralisia cerebral | |
| dc.subject.keyword | Realidade virtual | |
| dc.subject.keyword | Terapia assistida por computador | |
| dc.title | Efeitos e aplicabilidade da terapia com exposição a realidade virtual em crianças com paralisia cerebral: o que dizem as evidências cientificas | |
| dc.type | Trabalho de conclusão de curso |
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