Avaliação dos polimorfismos +331 e progins v660l como fatores de risco relacionados a ocorrência de pólipos endometriais

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Introdução: A identificação de fatores de risco atrelados ao desenvolvimento de pólipos endometriais (PEs) na população se mostra importante para entender a etiopatogênese dessa condição. Objetivo: avaliar se existe associação entre polimorfismos genéticos relacionados aos progestagênios (+ 331 e PROGINS V660L) e o desenvolvimento de PEs. Método: Foi realizado um estudo transversal, baseado em dados colhidos no Hospital Estadual Mário Covas, localizado na cidade de Santo André – SP, incluindo 309 pacientes do sexo feminino submetidas à histeroscopia diagnóstica entre março de 2018 e janeiro de 2021, com resultado normal (grupo PE-, n =73) ou diagnóstico de PE confirmado por exame anatomopatológico (grupo PE+, n=236). Resultados: A utilização de terapia de reposição hormonal (TH) foi significativamente maior no grupo PE- do que no grupo PE+ (p = 0,03), sugerindo um fator protetor contra a formação de PEs. Ainda, o número de polimorfismos +331 e PROGINS V660L não diferiu significativamente entre os grupos PE+ e PE-. Conclusão: Os resultados deste estudo apontam que não existe relação entre os polimorfismos genéticos relacionados aos progestagênios (+331 e PROGINS V660L) e o desenvolvimento de PEs, Ainda, no tocante a avaliação dos dados clínicos, o uso de TH foi menor nas mulheres com PE.

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