Protocolo de ressonância magnética para diagnóstico da doença de Alzheimer

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A doença de Alzheimer (CID 10 G30) é uma doença neurodegenerativa que provoca o declínio das funções cognitivas, reduzindo as capacidades de trabalho e relação social. Com o passar do tempo, ela também interfere no comportamento e personalidade da pessoa, causando consequências como a perda de memória. O Alzheimer é a causa mais comum da demência, um grupo de distúrbios cerebrais que causam a perda das habilidades intelectuais e sociais. Na doença de Alzheimer, as células cerebrais degeneram e morrem, causando um declínio constante na memória e na função mental. A população de idosos no mundo vem aumentando progressivamente, e consequentemente a isto, também há o aumento da quantidade de doenças relacionadas à terceira idade. O Alzheimer é uma das doenças que mais acomete a população idosa em todo mundo. A doença de Alzheimer não tem cura, e seu diagnóstico é lento, porém, quando diagnosticado de maneira precoce, possibilita uma maior qualidade de vida para o paciente. É muito importante a união de conhecimentos e saberes dentro da área médica relativa às tecnologias em imagens, no diagnóstico e entendimento de várias patologias. No exame de Ressonância Magnética, pode-se avaliar o desenvolvimento e evoluções de lesões cerebrais, permitindo uma melhor análise das estruturas e das atividades do encéfalo. A Ressonância Magnética é muito importante no auxílio do diagnóstico da Doença de Alzheimer, porém, não é conclusiva para o diagnóstico final da doença.

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