O uso do PICC como facilitador no processo terapêutico oncológico infantil-juvenil

dc.audience.educationLevelMestrado
dc.contributor.advisorFonseca, Fernando Luiz Affonso
dc.contributor.advisorFilipini, Rosangela
dc.contributor.authorLiubartas, Natália Cristina
dc.date.accessioned2026-04-06T16:18:47Z
dc.date.issued2020
dc.descriptionObjetivo: Avaliar a correlação entre as causas de retirada e o período de uso do cateter, com as variáveis clínicas dos pacientes e as especificações técnicas do dispositivo. Método: Estudo observacional de corte transversal e coleta longitudinal, com abordagem quantitativa, por meio de coleta de dados secundários dos prontuários de 163 pacientes submetidos à inserção de cateteres centrais de inserção periférica – PICC, realizado em uma Instituição de Saúde (IS) de São Paulo, sem fins lucrativos, especializada no tratamento do câncer infanto-juvenil na faixa etária de 1 a 18 anos, provenientes de todas as regiões do Brasil. Considerou-se como causa prevista de retirada de cateter, término de tratamento e óbito. Para a variável, medida externa do cateter, o valor de 2 centímetros (cm) foi utilizado como valor de corte, já que este valor foi representado pela mediana, sendo categorizada em: menor ou igual a 2 cm e maior que 2 cm. Análise estatística pelo programa Stata versão 11.0. Da análise descritiva, as variáveis qualitativas apresentadas por frequência absoluta e relativa, as variáveis sem distribuição normal pelo teste de Shapiro-Wilk (p<0,05) e intervalo de confiança de 95%. A realização da associação das variáveis pelo teste de Mann-Whitney, teste de Kruskal-Wallis. Nas correlações uso do teste de Correlação de Spearman e teste de Qui-quadrado. Realizada regressão interquartílica e regressão de Poisson com nível de significância de p<0,05. Resultados: De acordo com os achados deste estudo, pode-se perceber que há relação entre variáveis clínicas com o motivo de retirada do cateter, bem como o seguimento de uso desses dispositivos. A medida externa do cateter maior que 2 centímetros influenciou negativamente no período de seguimento do uso (p = 0,029) e está associada à retirada de cateter por causas não previstas (p = 0,013), sendo a mais frequente, o deslocamento (22%). Houve uma diferença estatística significante entre curativos e causas de retirada não previstas de cateter PICC (p<0,001); além disso, evidenciouse que há associação entre diagnóstico de leucemia e causa de retirada do cateter não prevista, quando comparado aos pacientes com diagnóstico de linfoma (p = 0, 014). As ações que compreendem o cateter PICC estão intimamente ligadas ao cuidado de enfermagem, que dispõe do profissional mais envolvido na prática da terapia intravenosa. Conclusão: Atingir a trajetória completa do tratamento quimioterápico com o PICC é um desafio, pois apesar do cateter mostrar-se uma opção segura, há diversas complicações que podem interferir durante seu uso terapêutico.
dc.description.courseCiências da Saúdept_BR
dc.identifier.urihttps://dspace.fmabc.br/handle/1/300
dc.language.isopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.accessAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subject.keywordCriança
dc.subject.keywordNeoplasias
dc.subject.keywordCateteres
dc.subject.keywordEnfermagem
dc.titleO uso do PICC como facilitador no processo terapêutico oncológico infantil-juvenil
dc.typeDissertação

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