Fibrose sistêmica nefrogênica por uso de meio de contraste (gadolíneo) nos exames de ressonância nuclear magnética
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A Fibrose Sistêmica Nefrogênica (FSN) é uma rara desordem fibrótica sistêmica e grave, geralmente progressiva, debilitante e potencialmente fatal que afeta a derme, fáscia subcutânea e músculos estriados. Pode também causar fibrose em pulmões, miocárdio e fígado, ocorrendo em pacientes com insuficiência renal crônica grave ou em tratamento dialítico, apesar de também poder ocorrer em casos de insuficiência renal aguda, particularmente com síndrome hepatorenal. A Ressonância Magnética Nuclear (RMN) é uma ferramenta poderosa, livre de radiação ionizante e que utiliza campos magnéticos para o diagnóstico clínico. A imagem da RMN nos possibilita
visualizar estruturas com excelente qualidade de diferenciação tecidual. O exame de RMN pode ser complementado utilizando um contraste endovenoso, que pode ser constituído de diversas moléculas, incluindo íodo ou gadolínio. Embora a causa da FSN ainda seja desconhecida, recentes notificações relacionam a FSN com os contrastes de gadolínio. O Gadolínio é um elemento químico metálico, branco prateado, maleável, da série dos Lantanídeos e de estrutura cristalina hexagonal. Possui aspecto semelhante ao aço, com propriedades supercondutoras e é quimicamente muito ativo. O objetivo deste estudo é enfatizar a importância da Fibrose Sistêmica Nefrogênica e de métodos alternativos de contraste, já que o gadolínio pode ser o grande causador da doença.
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