Estudo exploratório sobre aspectos psicossociais, depressivos, relacionados ao consumo de substãncias psicoativas e impulsividade entre homens e mulheres que se identificam como zoófilos em ambientes virtuais de comunicação sexual
| dc.audience.educationLevel | Doutorado | |
| dc.contributor.advisor | Baltieri, Danilo Antônio | |
| dc.contributor.author | Silva, Renata Almeida de Souza Aranha e | |
| dc.date.accessioned | 2026-05-21T13:04:31Z | |
| dc.date.issued | 2016 | |
| dc.description | Apesar da aparente escassez de publicações científicas sobre a zoofilia na área da medicina humana, relatos midiáticos e mesmo literatura não científica abordam o tema. Do ponto de vista médico, trata-se de um transtorno de preferência sexual ou parafilia, transtorno de preferência sexual, ainda pouco investigado. Autores têm aventado que a zoofilia pode ser mais prevalente em homens com baixo nível socioeconômico, moradores de zonas rurais, bem como portadores de transtornos de humor, de ansiedade e relacionados ao uso de substâncias psicoativas. Obter amostras clínicas de sujeitos portadores de zoofilia é uma tarefa extremamente árdua, dada a ínfima busca por auxílio médico por esta população. Com o acesso à rede mundial de computadores, é possível observar o uso da internet como meio para divulgação de fantasias parafílicas ou como espaço de comunicação para encontros, compartilhamentos de material e troca de informações. Assim, este estudo, de natureza exploratória, visa a avaliar 106 indivíduos que acessam site, seguem blog relacionado à zoofilia e frequentam chats em provedores brasileiros, por meio de questionário on-line, com instrumentos específicos para avaliação de aspectos psicossociais, sintomas depressivos, consumo de substâncias psicoativas, consumo de pornografia e impulsividade sexual. O questionário também investigou aspectos relacionados à sexualidade desses indivíduos, como a idade de início do desejo sexual atípico, a idade do início de acesso a sites e blogs dedicados ao assunto e a ocorrência de abuso sexual na infância. Após análises estatísticas, identificou-se um perfil socioeconômico que apresenta similaridades com os aspectos registrados por autores que pesquisaram a zoofilia. O desejo e a prática sexual com animais foram relacionados com uma população predominantemente masculina, solteira, heterossexual, com mais de sete anos de estudo. Abuso sexual na infância, interesse sexual anômalo precoce, maior impulsividade sexual, preferência por animal macho são fatores significativamente associados aos sujeitos que referem mais intenso interesse sexual por animais. Assim, é possível considerar que os dados encontrados no presente trabalho estão relacionados com achados validados por outros estudos realizados com pessoas parafílicas. | |
| dc.description.course | Ciências da Saúde | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://dspace.fmabc.br/handle/1/619 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | en |
| dc.rights.access | Acesso Aberto | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | |
| dc.subject.keyword | Transtornos parafílicos | |
| dc.subject.keyword | Transtornos psicóticos afetivos | |
| dc.subject.keyword | Comunicação | |
| dc.title | Estudo exploratório sobre aspectos psicossociais, depressivos, relacionados ao consumo de substãncias psicoativas e impulsividade entre homens e mulheres que se identificam como zoófilos em ambientes virtuais de comunicação sexual | |
| dc.type | Tese |
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