Associação entre o polimorfismo do gene MMP-9 e os risco de câncer de mama

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Introdução: Estudos epidemiológicos vêm demonstrando evidências da influência de variações genéticas na patogênese do câncer de mama, e têm sugerido associação de polimorfismos com uma maior susceptibilidade à doença. MMP-9 é uma colagenase responsável pela degradação do colágeno tipo IV, o maior componente da membrana basal, e outros componentes essenciais da matriz extracelular, estando envolvido na invasão da célula tumoral e metástase. O objetivo do estudo foi avaliar a associação entre o polimorfismo da 1562 C/T (rs 3918242) do gene MMP-9 e o desenvolvimento da neoplasia mamária. Materiais e Métodos: Neste estudo caso–controle, a frequência de polimorfismo 1562 C/T (rs 3918242) do MMP-9 foi determinada em 148 mulheres com câncer de mama e 245 mulheres sem a doença. O DNA foi extraído do plasma e o gene foi amplificado por meio de Reação em cadeia da polimerase (PCR). O polimorfismo foi determinado por enzimas de restrição. Resultados: O polimorfismo, após o ajuste para variáveis confundidoras, não foi associado com a ocorrência de câncer de mama (OR = 1,159, IC95: 0,6625 – 1,997, p = 0,5964). Também não foi demonstrado associação com estadiamentos mais avançados, presença de receptores hormonais, superexpressão de HER 2 e tampouco com a taxa de proliferação celular do tumor. Conclusão: Não foi observado relação entre o polimorfismo 1562 C/T (rs 3918242) do gene MMP-9 e a ocorrência de câncer de mama.

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