Prevenção da acidose respiratória em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica, por meio da ventilação mecânica invasiva

dc.contributor.advisorNobeshi, Leandro
dc.contributor.authorCaceres, Laura Navarro
dc.date.accessioned2026-07-28T14:09:38Z
dc.date.issued2024
dc.descriptionA Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é uma condição pulmonar heterogênea caracterizada por obstrução persistente e progressiva do fluxo aéreo, por sintomas respiratórios crônicos (dispneia, tosse, produção de secreção, exarcebações). A DPOC descompensada há queda do nível de consciência, incapacidade de mobilização de secreção respiratória, ou ainda os associados a instabilidade hemodinâmica, tornam-se necessárias a intubação orotraqueal (IOT) e a ventilação mecânica invasiva (VM). A assistência ventilatória torna-se necessária mais frequente por hipoventilação alveolar e consequentemente acidemia, do que por hipoxemia refratária à oferta de oxigênio. As principais indicações de ventilação mecânica na DPOC são: diminuição do nível de consciência, com perda da proteção das vias aérea contra broncoaspiração; sinais clínicos de fadiga da musculatura inspiratória; acidose respiratória grave (PH menor que 7,25); PaCo2 muito alta ocasionando arritmias cardíacas e instabilidade hemodinâmica ou sinais de edema cerebral. O objetivo desse estudo é verificar se a ventilação mecânica invasiva apresenta papel preventivo na acidose respiratória em paciente com DPOC. Método: Compilamos artigos nas bases de dados eletrônicos da PUBMED, SCIELO e LILACS, considerando o período de dados 2014 até 2023. A redução do volume minuto (VE) representa a estratégia ventilatória mais eficiente para controlar a hiperinsuflação dinâmica. Os ajustes de volume minuto devem ter como objetivo ajustar o pH arterial entre 7,20 e 7,40, e não a PaCO2. A hipercapnia permissiva é praticada nestes casos. Concluiu-se que a ventilação mecânica invasiva apresenta um papel preventivo na acidose respiratória, promove um repouso muscular respiratório, viabilizando a reversão da fadiga muscular, através da utilização de modo ventilatório assistido-controlado, acompanhado de sedação e analgesia tituladas para a supressão ou grande diminuição da atividade muscular respiratória, nas primeiras 24 a 48h. Sedação e analgesia adequadas são também importantes para a redução da produção de Co2, o que por si só, já auxilia na redução da demanda ventilatória.
dc.identifier.urihttps://dspace.fmabc.br/handle/1/1181
dc.language.isopt_BR
dc.subject.keywordFisioterapia
dc.subject.keywordRespiração artificial
dc.subject.keywordDoença pulmonar obstrutiva crônica
dc.titlePrevenção da acidose respiratória em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica, por meio da ventilação mecânica invasiva
dc.typeTrabalho de conclusão de curso

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
Laura Caceres.pdf
Tamanho:
236,33 KB
Formato:
Adobe Portable Document Format