Relação entre qualidade de vida, estresse percebido, ansiedade e depressão em universitários brasileiros de medicina e o modelo pedagógico da instituição

dc.audience.educationLevelDoutoradopt_BR
dc.contributor.advisorSarni, Roseli Oselka Saccardo
dc.contributor.advisorWandalsen, Neusa Falbo
dc.contributor.advisorAzevedo, Maria Regina Domingues de
dc.contributor.authorOliveira, Halley Ferraro
dc.date.accessioned2026-03-17T14:09:12Z
dc.date.issued2023
dc.descriptionIntrodução: O ingresso na universidade é um período de mudança para o jovem adulto. O universitário necessita conquistar mais autonomia, assumir responsabilidades e às vezes, sair da casa dos pais, resultando num novo estilo de vida. O estudante de medicina, se vê frente a estudo frequente, participação em atividades obrigatórias e extracurriculares, carga horária extensa, pressão acadêmica e o lidar constante com a morte. Tal nível de cobrança, responsabilidade e estresse da profissão médica têm sido apontados como fator base para surgimento de problemas físicos e emocionais nesta classe. Objetivo: Avaliar possíveis diferenças entre estresse percebido, ansiedade e depressão em estudantes de medicina matriculados em instituição que adota o método de ensino tradicional (FMABC-SP) em comparação aos que frequentam universidade (UNIT- SE) que adota metodologia ativa. Métodos: Estudo transversal e observacional foi conduzido com a aplicação de forma remota, para os alunos matriculados no curso de medicina das duas instituições (n=361; com metodologias distintas tradicional e ativa), quatro questionários para avaliar: nível socioeconômico; qualidade de vida breve (WHOQOL- Bref); escala de estresse percebido (PSS10); escala de depressão e ansiedade (HDAS). Resultados: Obteve-se uma amostra total de 361 estudantes universitários que responderam aos questionários, sendo 226 UNIT e 135 FMABC. Dos alunos que responderam aos questionários, 70% referiram ser do gênero feminino, 67% brancos e 79 % não possuíam bolsa ou financiamento. A grande maioria dos estudantes não utilizava medicamentos para depressão (90%), para ansiedade (81%) e para controle do estresse (91%). Foram registradas diferenças estatisticamente significantes quanto ao aspecto ansiedade: ausência no método tradicional; ansiedade moderada mais frequente na metodologia ativa (26 % UNIT X 13% FMABC; p <0,001); e melhor qualidade de vida no domínio meio ambiente na FMABC (78,12% versus 71,88% na Unit) (p <0,001). Não houve diferença estatisticamente significante entre as instituições em relação a depressão, estresse percebido e outros domínios avaliados pelo questionário de qualidade de vida. Conclusão: O presente estudo aponta para uma maior frequência de ansiedade moderada nos alunos do curso de medicina da instituição que pratica metodologia ativa em comparação aos que estudam em instituição com ensino tradicional. Não houve diferença entre os grupos para depressão e estresse percebido. Em relação à qualidade de vida os grupos não diferiram na maioria dos domínios; exceção feita ao domínio meio ambiente.
dc.description.courseCiências da Saúdept_BR
dc.identifier.urihttps://dspace.fmabc.br/handle/1/145
dc.language.isopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.accessAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subject.keywordEstresse
dc.subject.keywordDepressão
dc.subject.keywordAnsiedade
dc.subject.keywordEstudantes de medicina
dc.subject.keywordQualidade de vida
dc.subject.keywordMetodologia
dc.titleRelação entre qualidade de vida, estresse percebido, ansiedade e depressão em universitários brasileiros de medicina e o modelo pedagógico da instituição
dc.typeTese

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