Gadolíneo e sua relação com o depósito no tecido cerebral e a fibrose sistêmica nefrogênica
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A Ressonância Magnética (RM) é uma ferramenta poderosa, para o diagnóstico clínico. A introdução de agentes de contraste à base de gadolínio (GBCAs), em 1988 transformou a prática da RM até os dias atuais. O efeito desejado do Gadolínio (Gd) é devido à redução do tempo de relaxamento T1 nos tecidos em que se encontra o composto. Os GBCAs, são considerados seguros, quando usados na prática clínica, mas, também podem ter efeitos adversos e riscos potenciais. A maioria das reações é considerada leve, e as mais graves são extremamente raras. Em 2006, tornou-se evidente que alguns meios de contraste à base de gadolínio, foram responsáveis por um distúrbio fibrótico, conhecido atualmente como Fibrose Sistêmica Nefrogênica (FSN), que afeta os pacientes com uma função renal reduzida, e está associada com a administração de GBCAs e sua transmetalação no corpo humano. Além da FSN, estudos realizados recentemente vêm demonstrando um brilho residual no globo pálido e núcleo dentado, em pessoas que foram submetidas a um GBCA. Já foi demonstrado, que essas alterações do sinal, estão diretamente associadas com a deposição do agente de contraste no tecido cerebral.
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