Lesões de pele em uma unidade de terapia intensiva neonatal
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Introdução: No Brasil há aproximadamente 3 milhões de nascimentos por ano, destes de 7 a 10% dos neonatos necessitam de cuidados especiais em Unidades de Terapia Intensiva Neonatais, durante os cuidados na UTIN muitos procedimentos são necessários para a manutenção da vida dos recém-nascidos expondo-os a agravos em sua pele. Objetivo: Conhecer as principais lesões de pele que acometem os recém-nascidos internados na UTI neonatal e investigar os fatores causadores das lesões. Metodologia: Estudo quantitativo, descritivo, com coleta de dados primários, dos pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Resultados: Foram avaliados 10 indivíduos internados na UTI neonatal, 80% dos bebês apresentavam algum tipo de lesão de pele, sendo 3 recém-nascidos com úlcera por pressão, todas estavam na categoria I, apresentavam apenas hiperemia e estavam situadas em região temporal, occipital e dorsal. Em contrapartida 05 crianças apresentavam outros tipos de lesão de pele como dermatite associada à incontinência e hiperemia peri gastrostomia, sendo 03 apresentando duas lesões simultâneas. Conclusão: Os dados avaliados na pesquisa demonstram a existência de úlceras por pressão em 30% dos bebês avaliados e lesões de pele de outras naturezas em 50% dos pacientes na unidade de terapia intensiva neonatal. Confirmando a necessidade da elaboração de diretrizes de avaliação, prevenção e tratamento das lesões de pele para os neonatos internados em unidades de terapia intensiva
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