Interrrelação entre as espécies reativas de oxigênio e a insuficiência cardíaca
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As doenças cardíacas culminam na Insuficiência Cardíaca e levam milhares de pessoas à morte todos os anos em todo o mundo. Devido a essa importância, em termos de mortalidade e qualidade de vida, também aumenta o interesse em sabermos cada vez mais sobre o processo fisiopatológico e quais as possíveis causas dessa síndrome, que tem se mostrado variadas e, com isso, aumentar as chances de evitarmos a IC ou melhorarmos o seu tratamento, oferecendo, então, uma melhor qualidade de vida para os nossos pacientes. Esse trabalho teve a intenção de reunir artigos que nos mostram uma nova faceta envolvida na IC e que tem se mostrado inovadora e de grande valor clínico. Há anos que se fala sobre a importância de não menosprezarmos a quantidade ofertada de oxigênio aos nossos pacientes e os perigos dos Radicais Livres. Assim, não tem se demonstrado diferente essa relação na IC. Estudos recentes têm demonstrado a inter-relação entre a Insuficiência Cardíaca e as Espécies Reativas de Oxigênio e o quanto eles contribuem com lesões no próprio cardiomiócito, bem como, nas células endoteliais, causando distúrbios hemodinâmicos e, em seguida, lesão tecidual que vem a agravar o funcionamento cardíaco como um todo. Sendo maior ou menor o prejuízo cardíaco e suas repercussões no corpo como um todo, logo, na qualidade de vida dessa pessoa, a depender da extensão da lesão referida. Quanto maior a extensão pior a consequência podendo, inclusive, levar a morte, como temos observado. Assim, podemos constatar o valor de termos cada vez mais estudos que possam nos ajudar a desvendar os mecanismos presentes nessa patologia e melhor tratar essa síndrome devolvendo, assim, a saúde, o bem-estar e a qualidade de vida para o maior número de pessoas que possam vir a desenvolver qualquer tipo de doença cardíaca que, como já sabemos, poderá ser agravada a ponto de desenvolver uma Insuficiência Cardíaca. Entendemos que esse mecanismo, que nos propusemos a estudar, não seja o único causador desta síndrome ou o seu agravador. Porém, pudemos nos conscientizar, ao longo da busca e do estudo, o seu valor e dos resultados animadores que se projetam a nossa frente. Aguardamos maiores e melhores evidências que possam continuar salvando vidas.
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