Incidência de deiscência de feridas operatórias na unidade de terapia intensiva infantil de um hospital público do estado de São Paulo

dc.audience.educationLevelEspecialização
dc.contributor.advisorFernandes, Isabel Cristine
dc.contributor.authorAmaral, Mariane de Almeida Silva do
dc.date.accessioned2026-06-02T18:30:59Z
dc.date.issued2018
dc.descriptionIntrodução: A pele é o maior órgão do corpo humano com funções de barreira cutânea, proteção mecânica, sensibilidade, termorregulação, metabolismo, vigilância imunológica, excreção e imagem corporal. Os fatores que interferem na cicatrização das feridas são: estado nutricional, idade, edema e vascularização, obesidade, doenças metabólicas, uso de medicamentos, presença de infecção, hematoma, aporte sanguíneo, oxigenação local, presença de tecidos desvitalizados e/ou corpos estranhos. Dentre os tipos de feridas, existem as feridas operatórias ou cirúrgicas causadas pela descontinuidade dos tecidos que cobrem a superfície do corpo, órgãos e tecidos profundos de maneira intencional com o objetivo de tratamento. As principais complicações das feridas operatórias são: hemorragia, fístulas, evisceração, deiscência e infecção. Metodologia: Estudo quantitativo realizado em uma UTI neonatal de um hospital infantil do Estado de São Paulo com análise de prontuários de recém-nascidos e lactentes submetidos a procedimentos cirúrgicos pelas equipes da cirurgia pediátrica (CIPE) e cirurgia urológica por 1 ano. Resultados: 53 pacientes participantes, dos quais 39 foram submetidos a algum procedimento cirúrgico pela equipe da CIPE, 13 foram submetidos a alguma cirurgia urológica e 01 paciente foi abordado pelas 2 equipes. Dos 40 pacientes totais abordados pela cirurgia pediátrica, 11 (27,5%) evoluíram com deiscência da ferida operatória enquanto que, dos 14 recém-nascidos operados pela urologia, 5 (35,7%) apresentaram deiscência da ferida operatória. A média total do tempo de internação a UTI para os pacientes participantes do estudo foi de 28,2 dias. Entre os pacientes que apresentaram deiscência da ferida operatória, o tempo de internação variou entre 4 e 45 dias. Conclusões: Acreditamos que este estudo, ao revelar a alta incidência de deiscência de ferida operatória em recém-nascidos e lactentes, incentive mais pesquisas esse campo que possam melhorar a assistência aos pacientes cirúrgicos.
dc.description.courseEnfermagem em Estomaterapia
dc.identifier.urihttps://dspace.fmabc.br/handle/1/776
dc.language.isopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.accessAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subject.keywordCuidados de enfermagem
dc.subject.keywordEstomaterapia
dc.subject.keywordRecém-nascido
dc.subject.keywordUnidades de terapia intensiva
dc.titleIncidência de deiscência de feridas operatórias na unidade de terapia intensiva infantil de um hospital público do estado de São Paulo
dc.typeTrabalho de conclusão de curso

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