Alterações cardiovasculares e teciduais induzidas pelo exercício resistido dinâmico no modelo de escalada com diferentes volumes em ratos Wistar
| dc.audience.educationLevel | Doutorado | |
| dc.contributor.advisor | Sato, Monica Akemi | |
| dc.contributor.author | Pimenta, Leonardo | |
| dc.date.accessioned | 2026-04-22T12:30:18Z | |
| dc.date.issued | 2019 | |
| dc.description | O exercício resistido tem sido utilizado na prevenção de doenças e reabilitação cardiovascular. Envolve atividade local de grandes e pequenos grupamentos musculares de modo anaeróbio, com o uso de sobrecargas, como pesos, barras, anilhas, sendo realizado com cargas limitadas ao número de repetições, podendo ser desenvolvido na proporção de maior intensidade com menor número de repetições, apresentando pausas entre as execuções, e, portanto, sendo caracterizado como esforço descontínuo. Apesar de o exercício resistido ter sido aceito como uma forma de desenvolver força, de favorecer a realização de contrações repetidas com intensidade e volumes diferentes, melhorando resistência sua importância para a saúde e em doenças crônicas, sua importância somente foi reconhecida na década de 90. Durante o exercício resistido, a frequência cardíaca (FC) e pressão arterial sistólica (PAS) e diastólica (PAD) aumentam linearmente à medida que a intensidade e volume do exercício se eleva. Este estudo investigou o efeito do exercício resistido com diferentes volumes e igual intensidade na variabilidade da frequência cardíaca (VFC), morfometria cardíaca e marcadores de inflamação, estresse oxidativo e apoptose em células cardíacas. Métodos: ratos Wistar machos foram divididos em 3 grupos - sedentário (SED), exercício resistido 6X (R6) e 12X (R12). Os ratos escalaram 3 dias/semana por 12 semanas, com uma carga (75% do peso corporal) atrelada à cauda. Em seguida, os ratos foram anestesiados e submetidos à canulação da artéria femoral para registro da pressão arterial (PA) e FC sob livre movimentação após 24 h da realização da cirurgia. A VFC foi analisada usando o software CardioSeries. Ao final do experimento, o coração foi retirado e armazenado em formalina a 10%. Os cortes histológicos do ventrículo esquerdo (VE) foram corados em Hematoxilina Eosina e Picrosirius Red para análise morfométrica e de colágeno do tipo I e III, respectivamente.Os cortes foram também preparados para marcação imunoistoquímica de COX-2, 8-OHdg e caspase-3. Resultados: Os grupos R6 e R12 não mostraram diferença em relação ao grupo SED nas variáveis de PA e FC, modulação autonômica cardíaca (LF, HF e relação LF/HF), área dos miócitos e espessura do VE e diâmetro da câmara. No entanto, a parede do VE do grupo R12 foi fortemente marcada para COX-2, 8-OHdg e caspase-3 em comparação aos grupos R6 e SED. Aumento da marcação de colágeno I e III também foi observado no grupo R12 em comparação aos grupos R6 e SED. Conclusão: O modelo de exercício resistido com maior volume utilizado no presente estudo causou mais danos às células cardíacas sem promover hipertrofia cardíaca e alteração dos parâmetros cardiovasculares. | |
| dc.description.course | Ciências da Saúde | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://dspace.fmabc.br/handle/1/386 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | en |
| dc.rights.access | Acesso Aberto | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | |
| dc.subject.keyword | Reabilitação cardíaca | |
| dc.subject.keyword | Treinamento de resistência | |
| dc.subject.keyword | Ratos wistar | |
| dc.title | Alterações cardiovasculares e teciduais induzidas pelo exercício resistido dinâmico no modelo de escalada com diferentes volumes em ratos Wistar | |
| dc.type | Tese |
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