A ressonância magnética como método diagnóstico da esclerose múltipla

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A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença desmielinizaste neurodegenerativa, que afeta o Sistema Nervoso Central (SNC), de etiologia ainda não definida, caracterizada uma doença autoimune, ocorre por um processo inflamatório que resulta na danificação das bainhas de mielina que envolve os axónios dos neurónios medulares e cerebrais causando a desmielinização resultando na perda axonal e gliose. A EM acomete aproximadamente, 2,5 milhões de indivíduos em todo mundo afetando com mais frequência indivíduos jovens, entre 20 e 40 anos de idade. É uma doença neurológica crônica, ocorre lesões principalmente na substância branca em torno dos ventrículos, pode desencadear diversos sintomas, como: déficit cognitivo, visão dupla, parestesia, marcha claudicante, dislalia entre outros dependendo do seu avanço da doença. A Ressonância Magnética (RM) é considerada um ótimo método diagnóstico na detecção do inicio da EM, facilita o monitoramento do tratamento e na avaliação da segurança e eficácia de novas terapias que controlam consideravelmente a atividade e alteram o curso e o prognóstico da doença. Essa revisão tem como objetivo Verificar a sensibilidade e especificidade da Ressonância Magnética no diagnóstico de Esclerose Múltipla, avaliação da patologia, sintomas e características das imagens em RM evidenciando as lesões em disseminação no espaço e no tempo. Segundo os critérios Mcdonald, 2001 e a revisão desses critérios em 2005 e 2010 com a finalidade de aprimorar os parâmetros da RM como um diagnóstico diferencial.

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