Genotoxicidade da tintura capilar permanente associada ao melasma

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Introdução: Melasma é uma disfunção crônica e recidivante da melanogênese em humanos e constitui uma discromia adquirida comum que afeta simetricamente as áreas expostas. Em estudos epidemiológicos mais de 25% dos participantes associaram a exposição solar ao Melasma. A radiação ultravioleta estimula a melanogênese através de efeitos diretos nos melanócitos e indiretos nos fatores melanogênicos liberados pelos queratinócitos. A expressão aumentada de vários fatores é observada na pele lesada hiperpigmentada, uma delas é a ligação dos peptídeos derivados de proopiomelanocortinas (POMC) com MC1R. Além disso, estímulos inflamatórios induzem a melanogênese e ativam os genes de reparo. Objetivo: Verificar a expressão dos genes de reparo hMsh2 e hMsh6 (MutS homolog protein 2 e 6) e do MC1R em indivíduos com e sem Melasma e associar o uso de tintura de cabelo com o Melasma e as demais variáveis sócio – demográficas. Material e métodos: Avaliar a expressão dos marcadores MC1R, hMSH2 e hMSH6 por qPCR no sangue periférico de quatro grupos, divididos de acordo com o uso de tintura capilar e a presença de Melasma, que totalizaram 90 participantes. Resultados: Nos dados do grupo de participantes com Melasma e usam tintura capilar, há uma ativação do gene de reparo de hMSH6 o que sugere a presença de genotóxicos nesta população. Conclusão: A ação concomitante de ter o Melasma e usar tintura capilar é o gatilho, para o aumento da expressão do gene de reparo hMSH6. O aumento de MC1R nos participantes sem e com tintura capilar pode ser um indicador da manutenção do genoma celular.

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