Diagnóstico de mixoma cardíaco por ressonância magnética

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Tumores cardíacos são extremamente raros. A prevalência dos tumores cardíacos primários situa-se entre os valores de 0,02% a 0,05% em estudos necróticos e constituem cerca de 0,2% da atividade operatória de cirurgia cardíaca. Os mixomas compõem a maioria dos tumores cardíacos, chegando a contabilizar 50% dos casos. No entanto, quando há suspeita clínica, é necessária a correta avaliação diagnóstica, para planejar o tratamento mais adequado, já que em alguns casos, os dados clínicos e ecocardiográficos podem não contribuir com a distinção entre as estruturas, e assim o diagnóstico pode se tornar duvidoso. A ressonância magnética cardiovascular (RMC) e a tomografia computadorizada cardiovascular (TCC) vêm tendo grande utilidade na prática clínica da cardiologia no Brasil nos últimos anos. A RMC tem um importante papel na avaliação e diferenciação de diversas massas cardíacas de origem neoplásica e não neoplásica, contribuindo para um diagnóstico mais acurado de maneira não invasiva, auxiliando no planejamento terapêutico e permitindo o seguimento clínico seguro e com boa reprodutibilidade. Por tanto, o presente trabalho, tem por objetivo, demonstrar a importância do uso do diagnóstico por imagem, em específico a ressonância magnética cardíaca, para complementar o diagnóstico junto com o quadro clínico do paciente e a ecocardiografia, para assim serem tomadas as devidas providencias em relação ao tratamento do paciente em questão.

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