Avaliação da frequência de polimorfismo do gene do receptor da vitamina D (VDR) como fator de risco na etiologia da degeneração discal

dc.audience.educationLevelDoutorado
dc.contributor.advisorRodrigues, Luciano Miller Reis
dc.contributor.advisorBianco, Bianca Alves Vieira
dc.contributor.authorVieira, Luiz Angelo
dc.date.accessioned2026-05-12T12:56:22Z
dc.date.issued2017
dc.descriptionIntrodução: O processo fisiológico que induz à degeneração do disco intervertebral deve-se principalmente à interação entre a carga depositada no disco e a idade avançada. Mesmo assim, o processo de degeneração discal pode ser observado em adultos jovens, sendo mais comum no envelhecimento e uma importante causa de dor na coluna lombar. Apesar de a etiologia precisa da degeneração discal (DD) não ser totalmente compreendida, alguns pesquisadores ainda a atribuem à acumulação de efeitos ambientais, entretanto, estudos recentes demonstraram que a influência desses fatores é moderada na DD, reforçando a noção de envolvimento genético na etiologia da doença. Objetivo: Avaliar os fatores de risco associados ao estilo de vida da população brasileira e aos polimorfismos genéticos no receptor da vitamina D. Métodos: Estudo transversal envolvendo 231 pacientes brasileiros divididos em um grupo de casos com degeneração discal confirmada e um grupo controle sem histórico de intervenções da coluna vertebral. A detecção dos polimorfismos do receptor da vitamina D (ApaI/G1025-49T/rs7975232; TaqI/T1056C/rs731236; FokI/T2C/rs2228570 e BmsI/G1024+283A/rs1544410) foi realizada utilizando PCR-RFLP e PCR em tempo real através do sistema TaqMan®. Além disso, todos os pacientes preencheram um questionário sobre suas características de estilo de vida. As análises estatísticas foram realizadas com o software Stata® para Windows. As variáveis independentes foram analisadas por meio de testes de qui-quadrado e as variáveis dependentes foram analisadas por regressão logística. Resultados: Os fatores de risco mais fortemente associados à degeneração discal na população brasileira foram à idade do paciente (p=0,000), sexo (p=0,000), tabagismo (p=0,003), nível de atividade física (p=0,018) e carga de peso durante a rotina de trabalho (p=0,000). Os polimorfismos TaqI, FokI, ApaI e BmsI não foram positivamente correlacionados com o desenvolvimento de DD, p>0,05. No entanto, à correlação dos polimorfismos TaqI (CC), ApaI (GG) e BmsI (GA) combinados com cada ano de idade aumentam o risco de desenvolver DD, (13%, 7%, 8%, respectivamente) p<0,05. Conclusão: Os polimorfismos do VDR combinados com o envelhecimento podem aumentar o risco individual de degeneração do disco intervertebral.
dc.description.courseCiências da Saúdept_BR
dc.identifier.urihttps://dspace.fmabc.br/handle/1/543
dc.language.isopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.accessAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subject.keywordDor lombar
dc.subject.keywordDegeneração do disco intervertebral
dc.subject.keywordPolimorfismo genético
dc.subject.keywordVitamina D
dc.titleAvaliação da frequência de polimorfismo do gene do receptor da vitamina D (VDR) como fator de risco na etiologia da degeneração discal
dc.typeTese

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