Concentrações de vitamina D em recém-nascidos a termo: relação com a concentração materna e a condição nutricional ao nascer

dc.audience.educationLevelDoutorado
dc.contributor.advisorSarni, Roseli Oselka Saccardo
dc.contributor.advisorSouza, Fabíola Isabel Suano de
dc.contributor.authorEsmeraldo, Carmem Ulisses Peixoto
dc.date.accessioned2026-04-28T19:33:40Z
dc.date.issued2018
dc.descriptionIntrodução: Apesar de reconhecer a elevada prevalência da deficiência de vitamina D em vários países, os estudos disponíveis não encontraram claros benefícios da suplementação para a mãe e nem para o recém-nascido, e poucos avaliaram possíveis eventos adversos. Considerando a escassez de estudos avaliando as concentrações de vitamina D em recém-nascidos em nosso meio, realizamos este estudo. Objetivo: Avaliar as concentrações séricas de 25 hidroxivitamina D (25(OH)D) de recém-nascidos a termo e relacioná-las com a concentração da puérpera, o peso ao nascer e a adequação ou não à idade gestacional. Métodos: Estudo transversal unicêntrico, realizado em maternidade de referência no sul do Estado do Ceará com 225 puérperas e seus recém-nascidos. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética da Faculdade de Medicina do ABC, sob número 1.813.560. Foram coletadas informações da saúde materna, pré-natal, dados gestacionais e antropométricos do recém-nascido. Foram feitos os seguintes exames laboratoriais: 25(OH)D, cálcio, fósforo, magnésio e fosfatase alcalina. As concentrações séricas de 25(OH)D inferiores a 20ng/mL foram definidas como deficiência; de 20 a 30ng/mL, como insuficiência; e >30ng/mL como suficiência. Para análise estatística, utilizaram-se qui-quadrado, correlação Pearson e t de Student. Resultados: Encontrou-se suficiência de 25(OH)D em 92% dos recém-nascidos e em 25,8% das puérperas. A média das concentrações 25(OH)D dos recém-nascidos a termo foi superior à das mães (p<0,001), correlacionando-se de forma inversa com o peso ao nascer (r=-0,249; p<0,001). Aqueles pequenos para sua idade gestacional apresentaram maiores concentrações de 25(OH)D e fosfatase alcalina, em relação aos adequados e grandes para idade. Conclusões: O estudo mostrou insuficiência/deficiência em 8% dos recém-nascidos e em cerca de dois terços das puérperas, com forte correlação entre as concentrações de ambos. As concentrações de 25(OH)D foram superiores nos recém-nascidos pequenos para a idade gestacional comparativamente aos adequados e grandes. Tal achado, descrito pela primeira vez na literatura, aponta para necessidade de novos estudos visando à sua elucidação.
dc.description.courseCiências da Saúdept_BR
dc.identifier.urihttps://dspace.fmabc.br/handle/1/452
dc.language.isopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.accessAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subject.keywordVitamina D
dc.subject.keywordRecém-nascido
dc.subject.keywordEstado nutricional
dc.titleConcentrações de vitamina D em recém-nascidos a termo: relação com a concentração materna e a condição nutricional ao nascer
dc.typeTese

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