Prostituição: violência e trajetória vivenciadas por mulheres
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Esta pesquisa teve como objetivo avaliar o cotidiano de mulheres em situação de prostituição. A partir do ponto de vista principal desmitificar o sentido de prostituição feminina. Nosso objeto de estudo se concentrou através de contatos com a ONG Associação Agentes da Cidadania, estudo na literatura cientifica, as mulheres e suas trajetórias de vidas. No presente estudo foi identificado que algumas mulheres enfrentam dupla jornada de trabalho a atividade meretrícia, e atividade formal. Compreendemos que profissionais da área da saúde, é uma ponte, que pode, entrar com métodos de apoio, para serviços, de prevenção e promoção da saúde básica. Baseado nos resultados da pesquisa, podemos concluir que redes feministas, cresceram e formam grande potência do empoderamento feminino, busca de novas potencialidades e autoestima, pois no exercício dessa profissão existe o anonimato, e muitas delas se encolhem, não buscam apoio, informações. Foi possível visualizar carência de políticas públicas, na efetivação das leis sobre consolidação trabalhistas, apoio e proteção à mulher. Analisamos que o preconceito prevalece, e que o baixo meretrício desintegra a mulher na sociedade, privando as de saúde básica, e educacional e segurança. Foi muito importante durante esse trabalho, reconhecer que a sexualidade ainda é um tabu, que o prazer monogâmico, patriarcal, é julgado como o correto. A prostituição está ligada a perversidade. Identificamos acerca dos sentimentos, como se apropriam dessa atividade. O que se desta é medo de ser violentada, psicologicamente e ser descoberta, pela sociedade. Podemos concluir que a prostituição, existe em diferentes tipos de mulheres, raça, cor e etnia e idade.
