Atuação da fisioterapia na prevenção e tratamento da plagiocefalia posicional
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INTRODUÇÃO: A plagiocefalia posicional (PP) é uma deformidade do crânio maleável do lactente que está em rápido crescimento, e as assimetrias podem ser deformacionais, que ocorrem devido a forças externas, como a plagiocefalia posicional (PP), ou sinostóticas, que é um formato assimétrico do crânio devido ao fechamento prematuro de uma ou mais suturas, como a craniossinostose ou cranioestenose (CS). Geralmente essas assimetrias posicionais ocorrem devido à falta de manipulação do lactente, mantendo-o sempre em uma única posição. As opções de tratamento da Plagiocefalia (PP) incluem: cuidados de posicionamento, como a mudança periódica de decúbito, órtese cefálica e quando há necessidade de sair do tratamento conservador, a cirurgia. OBJETIVO: Avaliar através da literatura quais são as intervenções fisioterapêuticas e tratamento para a plagiocefalia posicional. MÉTODO: Revisão bibliográfica sobre prevenção e tratamento fisioterapêutico na plagioceflia posicional, na base de dado - (SciELO), sem limitações de idioma ou tempo de publicação. DISCUSSÃO: É de extrema importância que haja uma avaliação clínica criteriosa para um diagnóstico diferencial entre PP e CS. Observa-se que a PP é muito comum, e se iniciado o tratamento cedo, respeitando a faixa etária do lactente, as chances de êxito do tratamento conservador são bem altas, sendo que 70% dos casos apresentam resolução espontânea. O tratamento implica-se em orientações de posicionamentos adequados, alternância de decúbitos a cada 2 horas, e a estratégia “tummy time”. O uso da órtese craniana é um método seguro e eficaz, porém só é recomendado em casos de assimetrias refratárias ao reposicionamento em qualquer faixa etária. CONCLUSÃO: Conclui-se assim, que a plagiocefalia posicional é uma assimetria muito comum, devido as recomendações dos pediatras para colocar o lactente em decúbito dorsal com intuito de se evitar a morte súbita no primeiro ano de vida, porém, apesar de ser relativamente comum, há uma ausência de conhecimento sobre o assunto e as consequências que a falta de reposicionamento traz ao lactente, devido à falta de abordagem e introdução do tema à sociedade, tanto para os pais quanto aos profissionais da área, incluindo fisioterapeutas neonatais
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