Perfil epidemiológico da pandemia da Covid-19 no estado do Amapá, Norte do Brasil
| dc.audience.educationLevel | Mestrado | |
| dc.contributor.advisor | Abreu, Luiz Carlos de | |
| dc.contributor.advisor | Monteiro, Carlos Bandeira de Mello | |
| dc.contributor.author | Lima, Daniel Leal | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-30T14:37:44Z | |
| dc.date.issued | 2021 | |
| dc.description | Introdução: A COVID-19 sobrecarregou os sistemas de saúde em todo o mundo, rapidamente o vírus disseminou-se no Brasil, atingindo de modo distinto as 27 unidades Federativas do Brasil. A região norte do Brasil, registrou o menor número de casos e óbitos acumulados da doença. Entretanto, trata-se de região com população vulnerável, com municípios com grande extensão territorial, com baixas densidades demográficas, e menos desenvolvidos com variados Índices de Desenvolvimento Humano. Os fatores sociodemográficos podem contribuir para a disseminação do coronavírus na região, assim, faz-se necessários estudos que analisem os indicadores epidemiológicos relacionados à pandemia. Objetivo: Avaliar as tendências da incidência, mortalidade e letalidade da COVID-19 no estado do Amapá, durante o período de março de 2020 a abril de 2021. Método: Foi realizado um estudo ecológico de séries temporais, com dados de livre acesso, oriundos da Secretaria de Saúde do Estado do Amapá. Foram calculados a taxa de incidência e mortalidade por 100,000 habitantes e letalidade percentual. As taxas brutas foram calculadas por municípios, idade e sexo e por mês. Foi realizado o teste de regressão de Prais-Winsten, as tendências das taxas mensais foram classificadas em crescentes, decrescentes ou estacionárias. Resultados: Houve 99,936 casos e 1,468 óbitos acumulados por COVID-19 no Estado do Amapá durante o período estudado. As cidades de Macapá e Santana, que apresentaram densidade demográficas e Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) mais elevados, apresentaram o maior número de casos e óbitos. A população mais vulnerável foi constituída pelos idosos do sexo masculino, com idade igual ou superior a 70 anos, estes indivíduos apresentaram as maiores taxas acumuladas de incidência, letalidade e mortalidade. A segunda onda da doença (outubro de 2020 a abril de 2021), ilustrou um cenário mais agravante, com crescentes nas taxas de incidência e mortalidade. Conclusão: A pandemia da COVID-19 no estado do Amapá está em crescente evolução, o que ilustra que medidas de prevenção não farmacológicas e aceleração à vacinação devem ser fortalecidas para evitar o desenvolvimento de futuras ondas da doença. | |
| dc.description.course | Ciências da Saúde | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://dspace.fmabc.br/handle/1/257 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | en |
| dc.rights.access | Acesso Aberto | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | |
| dc.subject.keyword | Covid-19 | |
| dc.subject.keyword | Mortalidade | |
| dc.subject.keyword | Incidência | |
| dc.title | Perfil epidemiológico da pandemia da Covid-19 no estado do Amapá, Norte do Brasil | |
| dc.type | Dissertação |
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