Mortalidade por câncer de útero em mulheres no climatério antes e após a implantação da política nacional de atenção integral à saúde da mulher
| dc.audience.educationLevel | Mestrado | |
| dc.contributor.advisor | Bianco, Bianca Alves Vieira | |
| dc.contributor.advisor | Souza Jr., Hugo Macedo Ferraz e | |
| dc.contributor.author | Millone, Iacy | |
| dc.date.accessioned | 2026-04-28T12:53:48Z | |
| dc.date.issued | 2019 | |
| dc.description | Introdução: No Brasil as neoplasias são a segunda causa de óbitos em mulheres após 50 anos. Entre os tumores femininos, os cânceres de colo e corpo do útero juntos, representam a segunda causa de adoecimento por câncer, em mulheres no climatério. A Política Nacional de Atenção Integral a Saúde da Mulher (PNAISM), implantada em 2004, incluiu atenção especial à mulher no climatério, elencando ações de promoção e prevenção à saúde, importantes para o cuidado às doenças crônicas. A hipótese inicial deste estudo foi que a implantação desta política influenciaria as séries de mortalidade por câncer de útero no Brasil. Objetivo: Analisar a mortalidade por câncer de útero no Brasil após a implantação da Política Nacional de Atenção Integral a Saúde da Mulher. Método: Trata-se de estudo ecológico, com mulheres na faixa etária entre 35 e 69 anos, a partir de dados do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), identificados pelo Código Internacional de Doenças décima edição (CID-10) como neoplasia maligna de útero (C53, C54 e C55), disponibilizados pelo Ministério da Saúde, por meio do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS). Na análise das séries temporais interrompidas e regressão segmentada, a fim de avaliar a efetividade da PNAISM, foi utilizado o modelo de regressão de Prais-Winsten. O cálculo do Annual Percent Change (APC) possibilitou classificar a tendência temporal da mortalidade por câncer de útero no Brasil em crescente, decrescente ou estacionária. Todas as análises utilizaram o Software Stata 15.1. Resultados: A análise da série histórica de mortalidade por câncer de útero, no período de 21 anos estudados, apresentou-se decrescente nas Regiões Sul e Sudeste com valores (P=0,01), sendo que na Região Sudeste o APC= -1.83(-2,95: -0,69). Entretanto, aumentou na Região Nordeste com APC= 1,62 (0,23:2,80). Foi possível correlacionar a implantação da PNAISM com a redução das taxas de mortalidade para câncer de útero (C53-C55) na região Sudeste, com Impacto Imediato onde P=0,01 e com o aumento na Região Nordeste com P=0,001, ambas relacionadas à implantação da PNAISM. Conclusão: A taxa de mortalidade por câncer de útero (C53-55) em mulheres no climatério apresentou tendência decrescente tendo como marco histórico a Política de Atenção Integral à Saúde da Mulher pincipalmente nas regiões Sudeste e Sul. A análise por sítio anatômico em separado mostrou que a mortalidade por câncer de colo (C53) do útero reduziu na região Sudeste e, houve aumento na região Norte e Nordeste. Para o câncer de corpo do útero (C54), este manteve-se estável após a política. A mortalidade por neoplasia maligna do útero, porção não especificada (C55), reduziu em todo Brasil com exceção da Região Centro Oeste na qual se manteve estável. | |
| dc.description.course | Ciências da Saúde | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://dspace.fmabc.br/handle/1/440 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | en |
| dc.rights.access | Acesso Aberto | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | |
| dc.subject.keyword | Saúde da mulher | |
| dc.subject.keyword | Neoplasias uterinas | |
| dc.subject.keyword | Política de saúde | |
| dc.subject.keyword | Climatério | |
| dc.subject.keyword | Mortalidade | |
| dc.title | Mortalidade por câncer de útero em mulheres no climatério antes e após a implantação da política nacional de atenção integral à saúde da mulher | |
| dc.type | Dissertação |
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