Perfil clínico-cirúrgico em prematuros submetidos à cirurgia seletiva da persistência do canal arterial

dc.audience.educationLevelMestrado
dc.contributor.advisorRiera, Andrés Ricardo Peres
dc.contributor.advisorAbreu, Luiz Carlos de
dc.contributor.authorLímaco, Renán Prado
dc.date.accessioned2026-04-13T14:02:41Z
dc.date.issued2020
dc.descriptionIntrodução: O canal arterial é uma pequena estrutura fetal que comunica duas grandes artérias (aorta e pulmonar), mas que se torna patológica quando se mantém após o nascimento. As morbidades associadas à persistência do canal arterial (PCA) podem levar à conclusão de que a melhor conduta seja o tratamento cirúrgico precoce. No entanto, há evidências de que a conduta cirúrgica expectante (seletiva), poderia diminuir os riscos de cirurgias desnecessárias e suas complicações. Objetivo: Analisar o perfil clínico-epidemiológico dos recém-nascidos pré-termos (RNPT) submetidos à cirurgia seletiva de correção da Persistência do Canal Arterial. Método: Este trabalho contempla uma série de casos, onde foram descritos retrospectivamente (2009-2016) todos os pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico de PCA em RNPT através da análise de prontuários do Hospital Santa Marcelina, SP-Brasil. Resultados: Neste período, observamos 13 casos de prematuros que foram submetidos à correção cirúrgica seletiva da PCA. A idade gestacional média foi de 26,92 semanas, a idade materna variou entre 15 e 44 anos; o peso ao nascimento variou entre 650 e 1500g; houve prevalência do sexo feminino (61,54%). O diâmetro do canal arterial variou entre 1,7 e 5 mm, quatro pacientes apresentaram cardiopatia congênita complexa (30,77%). A média de ciclos de indometacina foi de 1,77; insuficiência cardíaca congestiva se evidenciou em 11 pacientes (84,62%); a idade média no ato cirúrgico foi de 27,69 dias e a média do tempo de intubação orotraqueal foi de 22,62 dias. O peso no momento do ato cirúrgico variou entre 900 e 1820g. As complicações pós-operatórias foram em sua maioria infecciosas, observando-se nove pacientes com broncopneumonia (69,23%); um paciente apresentou pneumotórax. Ocorreram sepse em dois casos (15,35%) que evoluíram para óbito por esta mesma complicação (15,35%). Conclusão: Todos os RNPT que foram submetidos a cirurgia tiveram peso ao nascimento menor de 1500g. A média de canal arterial foi de 3,05 mm de diâmetro. A idade gestacional média foi de 26,92 semanas e 62% dos casos eram do sexo feminino. A técnica cirúrgica mais frequente foi a da tripla clipagem, não houve sangramento ou reoperação nesta série de casos.
dc.description.courseCiências da Saúdept_BR
dc.identifier.urihttps://dspace.fmabc.br/handle/1/341
dc.language.isopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.accessAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subject.keywordRecém-nascido prematuro
dc.subject.keywordRecém-nascido de baixo peso
dc.subject.keywordCardiopatias congênitas
dc.subject.keywordCirurgia cardíaca
dc.titlePerfil clínico-cirúrgico em prematuros submetidos à cirurgia seletiva da persistência do canal arterial
dc.typeDissertação

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