Transtornos do espectro autista na infância: percepção dos pais e dos enfermeiros
| dc.audience.educationLevel | Mestrado | |
| dc.contributor.advisor | Christofolini, Denise Maria | |
| dc.contributor.advisor | Viana, Joseval Martins | |
| dc.contributor.author | Jerônimo, Tatiane Garcia Zuchi | |
| dc.date.accessioned | 2026-05-12T16:47:05Z | |
| dc.date.issued | 2017 | |
| dc.description | O transtorno do espectro autista (TEA) é caracterizado pela observação de interesses e atividades restritos pelas crianças, bem como pela presença de alterações qualitativas nas interações sociais recíprocas e nas modalidades de comunicação, dificultando sua interação com seus pais e cuidadores. Assim, o objetivo deste trabalho foi compreender e explicar a percepção dos pais e enfermeiros sobre a vivência com crianças que apresentam TEA e os valores, hábitos vivenciados com as crianças e adolescentes com este diagnóstico. Foi escolhida a teoria de representações sociais como suporte teórico deste trabalho, por tratar-se de referencial mais apropriado para analisar a assistência dos enfermeiros e pais para com as crianças e adolescentes. Em função desta representação foi questionado como enfermeiros e pais organizam-se e orientam suas ações e práticas cotidianas em relação aos pacientes com TEA. Optou-se por uma pesquisa por meio de questionários com abordagem qualitativa, que avalia a relação dinâmica existente entre o mundo real e o sujeito. A pesquisa foi realizada em duas unidades do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). Nestes locais foram entrevistadas cinco enfermeiras de Saúde Mental Infantil e três mães de crianças com TEA. Foram formuladas cinco questões norteadoras pelos pesquisadores baseando-se nas questões de interesse da pesquisa. O questionário foi aplicado individualmente a cada participante da pesquisa, e, a cada pergunta, o entrevistado tinha tempo livre para a resposta. Todas as entrevistas foram gravadas e depois transcritas literalmente pelo pesquisador. Como resultados do trabalho foram compostos e discutidos dois eixos programáticos, a partir das palavras comuns nas falas dos entrevistados. A metodologia de representação social foi utilizada para a análise e interpretação das entrevistas. Foram observadas com maior frequência nas falas dos enfermeiros as palavras, “Ensinar o brincar funcional, atividades psicomotoras em grupo, orientação aos pais e buscar o atendimento sempre CAPs-Casa-Escola” e dos pais as palavras “Ausência da fala, falta de contato visual, falta de sono e aceitação social”. O presente trabalho contribuiu para demonstrar que há uma grande dificuldade dos pais em compreender a complexidade de apresentação do espectro autista e que os pais buscam nos profissionais de saúde o apoio técnico para o norteamento do tratamento. O profissional Enfermeiro, por sua vez, compreende este papel perante as famílias e preocupa-se com a necessidade de qualificação para que possa auxiliar adequadamente às famílias | |
| dc.description.course | Ciências da Saúde | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://dspace.fmabc.br/handle/1/548 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | en |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | |
| dc.subject.keyword | Transtorno autístico | |
| dc.subject.keyword | Criança | |
| dc.subject.keyword | Cuidados de enfermagem | |
| dc.subject.keyword | Deficiências do desenvolvimento | |
| dc.title | Transtornos do espectro autista na infância: percepção dos pais e dos enfermeiros | |
| dc.type | Dissertação |
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