Tomossíntese mamária
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O câncer de mama é uma das patologias mais frequentes no Brasil, com taxa de mortalidade elevada, cerca de 15.593 casos de mortes em 2015, sendo 15.403 casos de morte em mulheres e 187 casos de morte em homens, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Segundo o (INCA) foram estimados 59.700 novos casos de câncer de mama para ano de 2018 em mulheres de todo o país, e para rastreamento e/ ou diagnóstico precoce do câncer de mama é utilizado a mamografia que é consideração o padrão ouro para a detecção e rastreamento deste tipo de câncer, autoexames e exames clínicos das mamas. Também pode ser realizado exames de imagem como ressonância magnética nuclear (RMN), ultrassonografia (USG), termográfica e a tomossíntese digital mamaria. Porém a mamografia, apresenta algumas limitações para o diagnóstico precoce do câncer de mama. A tomossíntese digital mamária é um método inovador que está sendo introduzido em várias clínicas no Brasil e no mundo, oferecendo uma melhor definição dos achados monográficos, pois reduz os efeitos de tecidos sobrepostos na mama, melhora a visualização de margens das lesões e revela com mais precisão a suspeita de lesões cancerígenas, diminuindo a necessidade de incidências e procedimento adicionais. Este método tem sido o objetivo de muitos estudos para relatar seu surgimento e a comprovação de sua eficácia. Este estudo tem como principal objetivo abordar o surgimento da tomossíntese mamária e suas vantagens. No desenvolvimento deste trabalho foi utilizado a metodologia científica, através de levantamento bibliográficos de assunto pertinentes a tomossíntese mamária.
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