Determinação do cut off no hormônio anti-mulleriano (AMH) em mulheres brasileiras, da região do Grande ABC em idade reprodutiva
| dc.audience.educationLevel | Doutorado | |
| dc.contributor.advisor | Fonseca, Fernando Luiz Affonso | |
| dc.contributor.advisor | Bianco, Bianca Alves Vieira | |
| dc.contributor.author | Rodart, Itatiana Ferreira | |
| dc.date.accessioned | 2026-05-12T12:46:55Z | |
| dc.date.issued | 2016 | |
| dc.description | Introdução: O hormônio anti-mulleriano (AMH), é membro da família ß de fatores de crescimento e é produzido nas mulheres nas células da granulosa de folículos antrais e pré-antrais. A dosagem sérica estima indiretamente a quantidade de óocitos disponíveis, indicando o AMH como um novo biomarcador de reserva ovariana. Sua concentração é avaliada em alguns testes de ELISA com resultados conflitantes devido à falta de um valor de referência da sua concentração sérica. Métodos: A dosagem do AMH foi realizada em dois grupos: mulheres inférteis (n=114) e mulheres férteis (n=390), pelo teste Gen II assay. Foram coletadas amostras de soro e armazenadas a -80 ºC. Testamos uma possível interferência dos tubos de coleta (n=5) e avaliamos diferentes temperaturas e dias de armazenamento (–20ºC e –80ºC e 7 e 30), na dosagem do AMH. Resultados: Encontramos uma concentração de 2,02 ng/mL quando comparamos os dois grupos. Não houve diferença significante ao compararmos os 5 tubos, mas o tubo sem anticoagulante apresentou uma concentração mais próxima do ponto de corte. Não encontramos diferença significante ao compararmos a temperatura de armazenamento. Conclusão: A concentração de AMH de 2,02 ng/mL é a mais indicada para evidenciar a normalidade do AMH, sugerindo que mulheres que tenham valor abaixo podem apresentar diminuição da reserva ovariana. Não houve associação entre os tubos de coleta, sendo o mais indicado o tubo sem anticoagulante. As amostras podem ser congeladas tanto a temperatura de -20°C ou a -80°C e o tempo de congelamento não alterou significativamente a concentração do AMH. Não houve diferença significativa entre o IMC e a dosagem sérica no grupo infértil e fértil. | |
| dc.description.course | Ciências da Saúde | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://dspace.fmabc.br/handle/1/542 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | en |
| dc.rights.access | Acesso Aberto | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | |
| dc.subject.keyword | Saúde da mulher | |
| dc.subject.keyword | Hormônio antimülleriano | |
| dc.subject.keyword | Infertilidade | |
| dc.title | Determinação do cut off no hormônio anti-mulleriano (AMH) em mulheres brasileiras, da região do Grande ABC em idade reprodutiva | |
| dc.type | Tese |
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