Prevalência do refluxo gastresofágico em pacientes obesos candidatos a cirurgia bariátrica
| dc.audience.educationLevel | Mestrado | |
| dc.contributor.advisor | Chehter, Ethel Zimberg | |
| dc.contributor.advisor | Souza, Thiago Ferreira de | |
| dc.contributor.author | Hurtado, Robin Mauricio Yance | |
| dc.date.accessioned | 2026-05-12T16:56:40Z | |
| dc.date.issued | 2017 | |
| dc.description | Objetivo: Verificar a prevalência da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) nos pacientes portadores de obesidade candidatos à cirurgia bariátrica no HEMC (Hospital Estadual Mário Covas) e as principais características do refluxo gastroesofágico destes pacientes nos exames complementares (endoscopia digestiva alta, manometria esofágica e pHmetria esofágica). Métodos: Foram avaliados 150 indivíduos portadores de obesidade com indicação de cirurgia bariátrica submetidos aos três métodos diagnósticos da DRGE (clínico, endoscopia digestiva alta e pHmetria esofágica prolongada) com o intuito de verificar a prevalência da DRGE. Também foram submetidos à manometria esofágica para complementar o estudo anátomo-fisiológico relacionado ao refluxo gastroesofágico. Resultados: A prevalência de DRGE nos pacientes obesos candidatos à cirurgia bariátrica do HEMC é de 43%, constatada por meio de pHmetria esofágica. Prevalências compatíveis com a do nosso trabalho foram informadas por outros autores (65% e 54,2%). Houve prevalência importante de sintomas típicos, porém com dissociação entre a clínica e o resultado dos exames complementares. O método clínico não teve associação estatística significante com as variáveis dos outros exames complementares e com a variável IMC > 42. A EDA mostrou baixa prevalência de hérnia hiatal (13%). A prevalência de esofagite erosiva distal foi expressivamente maior (38,0%) do que a da população geral (11,8% a 15,5%), a maioria foram casos leves, não sendo reportados casos de complicações relacionadas ao refluxo. A manometria esofágica evidenciou que 60% dos pacientes têm alguma alteração motora, sendo a hipotonia do EIE a desordem mais comum e que tem associação estatística com esofagite erosiva distal (p=0,010) e refluxo patológico distal (p=0,038). O IMC > 42 teve associação estatística significativa apenas com refluxo patológico distal (p=0,011) na pHmetria. Conclusão: A prevalência da DRGE nos pacientes obesos candidatos à cirurgia bariátrica do HEMC é alta. A esofagite erosiva distal e a hipotonia do EIE têm relação significativa com o refluxo ácido. Os sintomas típicos de refluxo não são bons indicadores para o diagnóstico de DRGE neste tipo de pacientes. | |
| dc.description.course | Ciências da Saúde | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://dspace.fmabc.br/handle/1/549 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | en |
| dc.rights.access | Acesso Aberto | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | |
| dc.subject.keyword | Obesidade | |
| dc.subject.keyword | Cirurgia bariátrica | |
| dc.subject.keyword | Refluxo gastroesofágico | |
| dc.title | Prevalência do refluxo gastresofágico em pacientes obesos candidatos a cirurgia bariátrica | |
| dc.type | Dissertação |
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