Diferença do diagnóstico da esclerose múltipla por tomografia computadorizada e ressonância magnética
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Após a criação da Ressonância magnética e da Tomografia, foi possível aprimorar e utilizar em benefício da saúde populacional tais técnicas para o diagnóstico precoce e efetivo de patologias novas e desconhecidas até a época em que se marca a descoberta, como a esclerose múltipla. Com os estudos e os aprimoramentos durante os anos, cientistas puderam melhorar as técnicas de realização dos exames e, consecutivamente, obter um melhor resultado positivo e uma melhor resolução de imagem, ajudando diretamente ao laudo conclusivo. De certa forma, foi possível correlacionar possíveis patologias decorrentes e em correlação com a esclerose múltipla, não tendo apenas um sítio de afetação, mas também atingindo as demais funções neurais e motoras por conta de suas características desmielinizantes. Cada técnica com seu foco, combinaram-se ambas para laudos comparativos entre si, tornando-se complementares umas às outras e possibilitando o estudo não somente de estruturas de caráter químicos e fluídos biológicos, mas também condições estruturais e físicas referentes às degenerações desmielinizantes na região cerebral e região da medula espinhal, levando, assim, a um diagnóstico mais fidedigno e livre de tendenciosidades, proporcionando o discernimento para a conclusão e não engano com outros tipos de patologias, e, também, possibilitando que de forma precoce se pudesse evidenciar a doença e começar o quanto antes um diagnóstico efetivo e intensivo, preservando de tal maneira a integridade física e psicológica do portador da esclerose múltipla
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