Modelo experimental da Doença de Peyronie após indução com TGF-beta

dc.contributor.authorNunes, Julia Esteves
dc.contributor.authorTheodoro, Thérèse Rachell
dc.contributor.authorCohen, David Jacques
dc.contributor.authorGlina, Sidney
dc.coverage.spatialSanto Andrépt_BR
dc.date.accessioned2023-03-07T09:20:53Z
dc.date.available2023-03-07T09:20:53Z
dc.date.issued2022
dc.descriptionINTRODUÇÃO: Doença de Peyronie (DP) é uma doença do tecido conjuntivo que causa deformidade peniana e disfunção erétil por afetar a túnica albugínea (TA). A incidência está entre 55 e 60 anos de idade. No Brasil, a DP afeta entre 0,4% e 9% dos homens. Alterações estruturais e histológicas na TA foram descritas em modelos animais de DP, bem como em amostras de biópsia e de cadáveres de pacientes. Essas alterações incluem a deposição de colágeno em aglomerados anormalmente densos e fibras de elastina desordenadas, fragmentadas e dispersas. A literatura diz que a DP implica em traumatismo do pênis causado por eventos traumáticos agudos com micro traumas repetitivos. Contudo, a DP gera extravasamento de fibrina, libera múltiplas citocinas, incluindo o TGF-beta, o qual estimula a diferenciação de fibroblasto em miofibroblasto e a síntese dos componentes da matriz extracelular, incluindo colágeno. OBJETIVO: Avaliar possíveis alterações anátomo patológicas compatíveis com a DP após repetidas instilações de TGF-beta na túnica albugínea de ratos. MÉTODOS: 26 ratos machos foram estudados, sendo divididos em dois grupos: caso (instilações de TGF-beta na TA) e controle (instalações de água destilada na TA). No momento da penectomia foi feita a inspeção manual dos corpos cavernosos (análise de formação de placa peniana), teste de ereção peniana para averiguação da presença ou ausência da deformidade peniana nos dois grupos. Na análise histopatológica foram realizadas 3 colorações: Hematoxilina-Eosina, Tricrômio de Masson, Picrosírius e Reticulina. A análise estatística foi realizada e os valores estão expressos em média e erro padrão com nível de significância p≤0,05. RESULTADOS: A densidade de microvasos apresentou diminuição estatisticamen-te significativa no grupo caso quando comparado ao grupo controle. A deposição de colágeno tipo I e tipo III mostrou diminuição na relação colágeno III/colágeno I no grupo TGF-beta versus grupo controle. DISCUSSÃO: A relação coláge-no III/colágeno I diminuída no grupo caso em comparação ao grupo controle e o aumento de microvasos caracterizam remodelamento tecidual que ocorre na DP. CONCLUSÃO: Instilações de TGF-beta na TA de ratos acarretaram alterações macroscópicas e histopatológicas semelhantes àquelas encontradas na DP, abrindo novos horizontes para melhor compreensão da sua fisiopatologia, assim como teste de novos agentes terapêuticos.pt_BR
dc.description.meeting47o COMUABCpt_BR
dc.identifier.urihttps://dspace.fmabc.br/handle/12/41
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rights.accessrightshttps://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_BR
dc.source.urihttps://www.portalnepas.org.br/abcshs/article/view/2185/1227pt_BR
dc.subject.keywordDoença de Peyroniept_BR
dc.subject.keywordModelo Experimentalpt_BR
dc.subject.keywordIndução por TGF-betapt_BR
dc.subject.keywordAnálise Histopatológicapt_BR
dc.titleModelo experimental da Doença de Peyronie após indução com TGF-betapt_BR
dc.typeResumopt_BR

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