Fatores de risco para não melhora clínica de pacientes com acidente vascular cerebral isquêmico agudo após terapia trombolítica endovenosa
| dc.audience.educationLevel | Mestrado | |
| dc.contributor.advisor | Correa, João Antônio | |
| dc.contributor.advisor | Figueiredo, Francisco Winter dos Santos | |
| dc.contributor.author | Miranda Filho, Haroldo Lucena | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-24T12:45:32Z | |
| dc.date.issued | 2022 | |
| dc.description | Introdução: O uso de terapia trombolítica é a principal medida salvadora adotada em pacientes vítimas de Acidente Vascular Cerebral Isquêmico (AVCi). Para que essa seja efetiva é de extrema importância a implementação de critérios clínicos e laboratoriais que norteiem o uso de medicamentos, fazendo com que a recanalização do vaso obstruído seja feita da melhor forma, reestabelecendo o fluxo sanguíneo e evitando a morte de células nervosas. O uso de rt-PA endovenoso é, atualmente, o mais exercido em centros de referências. Os critérios de inclusão para seu uso são: idade acima de dezoito anos, diagnóstico clínico de AVCi, déficit neurológico de intensidade significativa, evolução menor que 4,5 horas antes do início da infusão do trombolítico e tomografia de crânio sem evidências de hemorragia para o seu uso. Dessa maneira, é realizada a trombólise e os critérios clínicos são reavaliados para averiguar o resultado do procedimento. Existem inúmeros protocolos para padronizar o exame neurológico, que são feitos no momento que o paciente chega ao pronto-atendimento e após a trombólise. O National Institutes of Health Stroke Scale (NIHSS) é um deles e estabelece uma lista de 11 itens que serão analisados e pontuados no momento da anamnese e exame físico, variando de 0 a 42 pontos, sendo os pacientes mais graves aqueles com pontuação maior. Objetivo: Averiguar a resposta clínica dos pacientes vítimas de AVC que utilizaram trombolítico no Hospital Regional do Cariri (HRC), de acordo com o NIHSS. Método: Busca ativa de prontuários nos arquivos do HRC dos pacientes vítimas de AVC submetidos à terapia trombolítica no período de 2014 a 2017. Resultados: 139 pacientes foram incluídos no estudo em uma única unidade de AVC. A idade média foi de 66,14 anos (variação de 34 a 95). O seguimento em 24 horas foi concluído em 100% dos pacientes. Um resultado favorável 24 horas pós trombólise foi observado em 113 pacientes (81,3%) e um resultado não favorável em 26 (18,7%). Transformação hemorrágica pós trombólise foi um forte preditor de não melhora (p=0,004) e a diabetes foi o principal fator de risco modificável encontrado (p=0,040). Conclusão: Os resultados deste estudo reafirmam os riscos relacionados a algumas variáveis como hipertensão e diabetes de piora clínica em pacientes com AVCI agudo submetidos à terapia trombolítica. | |
| dc.description.course | Ciências da Saúde | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://dspace.fmabc.br/handle/1/201 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | en |
| dc.rights.access | Acesso Aberto | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | |
| dc.subject.keyword | Acidente vascular cerebral | |
| dc.subject.keyword | Terapia trombolítica | |
| dc.subject.keyword | Epidemiologia | |
| dc.title | Fatores de risco para não melhora clínica de pacientes com acidente vascular cerebral isquêmico agudo após terapia trombolítica endovenosa | |
| dc.type | Dissertação |
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