O uso de aplicativos de mensagens na relação médico-paciente como agente estressor percebido pelo médico
| dc.audience.educationLevel | Doutorado | pt_BR |
| dc.contributor.advisor | Oliveira, Emerson de | |
| dc.contributor.advisor | Cubero, Daniel de Iracema Gomes | |
| dc.contributor.advisor | Fernandes, César Eduardo | |
| dc.contributor.author | Veiga, Melissa Gonzalez | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-25T17:44:11Z | |
| dc.date.issued | 2021 | |
| dc.description | Introdução: A revolução digital causou profundo impacto na forma de interação entre médicos e pacientes, e o crescente uso de smartphones e aplicativos relacionados criou uma nova era na troca de informações clínicas entre os profissionais de saúde e pacientes. O estresse acaba surgindo como consequência dos persistentes esforços adaptativos a essas mudanças. O presente estudo avaliou o uso de aplicativos de mensagens via smartphone como agente estressor afetando o bem estar dos médicos ginecologistas e obstetras que usavam rotineiramente essa ferramenta para comunicação com pacientes. O objetivo secundário foi a tradução e adaptação cultural para a Língua Portuguesa do questionário de estresse tecnológico proposto por Ragu Nathan e colaboradores. Métodos: Estudo transversal foi conduzido com ginecologistas e obstetras que usavam aplicativos de mensagens como forma de comunicação com pacientes. Os participantes responderam um questionário sociodemográfico, a escala de estresse do WhatsApp, Oldenburg Burnout Inventory e o questionário de estresse tecnológico. Para criar uma versão em português do questionário de estresse tecnológico foi realizado a validação linguística e tradução-retradução. Resultados: Médicos que gastaram mais tempo comunicando-se com pacientes via WhatsApp apresentaram maiores níveis de estresse (p = 0,010), Burnout (p < 0,001) e escore de invasão tecnológica (p < 0,05). O coeficiente alfa de Cronbach para escore geral dos questionários foi > 0,80, demonstrando boa consistência interna. A comparação teste-reteste do questionário de estresse tecnológico não demonstrou diferenças significativas. O coeficiente de correlação intraclasse demonstrou excelente reprodutibilidade (CCI = 0,75). Conclusão: Associação positiva entre maior frequência de uso do WhatsApp para comunicação com pacientes e estresse e Burnout entre médicos foi demonstrada. O questionário de estresse tecnológico foi adequadamente traduzido para o português com boas propriedades de validação. | |
| dc.description.course | Ciências da Saúde | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://dspace.fmabc.br/handle/1/226 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | en |
| dc.rights.access | Acesso Aberto | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | |
| dc.subject.keyword | Aplicativos móveis | |
| dc.subject.keyword | Smartphone | |
| dc.subject.keyword | Estresse ocupacional | |
| dc.subject.keyword | Relações médico-pacientes | |
| dc.title | O uso de aplicativos de mensagens na relação médico-paciente como agente estressor percebido pelo médico | |
| dc.type | Tese |
Arquivos
Pacote original
1 - 1 de 1
