Avaliação dos resultados da transferência da porção inferior do tendão do trapézio com enxerto dos tendões semitendíneo e grácil para as lesões irreparáveis do manguito rotador

dc.audience.educationLevelDoutoradopt_BR
dc.contributor.advisorRodrigues, Luciano Miller Reis
dc.contributor.advisorTamaoki, Marcel Jun Sugawara
dc.contributor.authorAlmeida, Thiago Bernardo Carvalho de
dc.date.accessioned2026-03-19T13:02:11Z
dc.date.issued2023
dc.descriptionObjetivo: O objetivo deste estudo foi avaliar os resultados da transferência da porção inferior do tendão do trapézio com enxerto autólogo dos tendões semitendíneo e grácil no tratamento das lesões irreparáveis do manguito rotador. Casuística e Métodos: Foram avaliados, prospectivamente (pré-operatório, 6 meses de pós-operatório e 12 meses de pós-operatório), 10 pacientes com média de idade de 51,9 anos, todos com diagnóstico de lesão extensa e irreparável dos tendões do supraespinal e do infraespinal refratária ao tratamento não cirúrgico, submetidos à transferência do trapézio inferior prolongado com enxerto autólogo dos tendões flexores do joelho. O manguito rotador foi considerado irreparável na presença de dois ou mais tendões lesionados associados à infiltração gordurosa importante, confirmados no momento da cirurgia. Os pacientes selecionados tinham idade igual ou inferior a 65 anos, dor persistente, amplitude de movimento ativa diminuída, principalmente para rotação lateral, e tendões do subescapular e redondo menor íntegros na avaliação pela ressonância magnética. Resultados: Os valores do Shoulder Subjective Value aumentaram de 47 (pré-operatório) para 71 (1 ano pós-operatório); do The Americam Shoulder and Elbow Surgeons Score de 26,63 (pré-operatório) para 75,24 (1 ano pós-operatório). Em relação à dor, houve uma melhora de 7,9 (pré-operatório) para 2,5 (1 ano pós-operatório) na escala visual analógica. Em relação a amplitude de movimento ativa a rotação lateral média melhorou de 31° (pré-operatório) para 51° (1 ano pós-operatório), a flexão de 84° (pré-operatório) para 122° (1 ano pós-operatório) e a abdução de 76° (pré-operatório) para 101° (1 ano pós-operatório). Não houve mudança expressiva nos resultados comparados entre 6 e 12 meses de pós-operatório. Como complicação, um paciente foi submetido a uma nova intervenção cirúrgica para desbridamento da ferida operatória por infecção. Conclusão: A transferência do trapézio inferior com enxerto autólogo dos tendões semitendíneos e grácil demonstrou resultados relevantes considerando a função e dor em pacientes menores de 65 anos com lesão irreparável do manguito rotador.
dc.description.courseCiências da Saúdept_BR
dc.identifier.urihttps://dspace.fmabc.br/handle/1/161
dc.language.isopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.accessAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subject.keywordTendões dos músculos isquiotibiais
dc.subject.keywordLesões do manguito rotador
dc.subject.keywordTrapézio
dc.titleAvaliação dos resultados da transferência da porção inferior do tendão do trapézio com enxerto dos tendões semitendíneo e grácil para as lesões irreparáveis do manguito rotador
dc.typeTese

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