Perfil epidemiológico de pacientes com hanseníase no nordeste brasileiro
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A hanseníase ainda continua sendo um problema de saúde pública em alguns países, incluindo o Brasil, visto que ocupa a terceira posição no número de casos no mundo. Em se tratando de regiões com mais altos índices de endemicidade, o Nordeste ocupa o primeiro lugar. OBJETIVO: analisar o perfil epidemiológico dos pacientes diagnosticados com hanseníase no estado da Paraíba. MÉTODO: estudo ecológico observacional, com dados secundários obtidos do Sistema de Informações de Agravos e Notificações e Ministério da Saúde. Dentre as variáveis analisadas estiveram presentes: sexo, avaliação do grau de incapacidade física no diagnóstico, classificação operacional, modo de entrada, esquema terapêutico inicial, classificação operacional atual, avaliação de incapacidade física no momento da cura, esquema terapêutico atual e tipo de saída. RESULTADOS: foram analisados 89.327 pacientes portadores de hanseníase no período de 2010 e 2022, no estado da Paraíba, onde destes 4.776 eram mulheres e 5.561 eram homens. O sexo masculino (53,8%) é mais afetado pela hanseníase do que o sexo feminino (46,2%). CONCLUSÃO: É necessário reforçar a importância de uma vigilância ativa para evitar o diagnóstico tardio da hanseníase, evitando-se, assim, o maior risco de transmissibilidade da doença, bem aumentando as chances de cura pelo portador.
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