Programa de controle do mosquito Aedes Aegypti no município de São Bernardo do Campo

dc.audience.educationLevelEspecialização
dc.contributor.advisorViana, Joseval Martins
dc.contributor.authorSouza, Ronaldo Novaes de
dc.date.accessioned2026-07-23T18:01:51Z
dc.date.issued2024
dc.descriptionA proliferação de mosquitos da espécie Aedes aegypti está associada à elevação da temperatura, expansão da industrialização e frota veicular, emissão de gases CO2 e o desmatamento, além da oferta de criadouros (principalmente os recipientes artificiais), que são frutos de ações dos seres humanos. Este vetor apresenta hábitos urbanos e está inserido dentro de imóveis residenciais, comércios, empresas, terrenos, órgãos públicos entre outros, onde encontra a presença de criadouros. A ação mecânica de descarte de água acumulada em recipientes é suficiente para interromper o ciclo aquático do mosquito (ovo, larva e pupa), além de ser a conduta de controle da proliferação de Aedes aegytpi realizada e indicada pela gestão municipal de São Bernardo do Campo / SP à população, pois impede que o mosquito chegue a sua fase adulta (alado), responsável pela transmissão de algumas Arboviroses. Desde o início do século XX, as Campanhas de Combate às Arboviroses são implantadas no Brasil, motivadas principalmente pela preocupação com a gravidade da Febre Amarela Urbana. Com a reprodução exacerbada do vetor no território brasileiro e o aumento de pessoas infectadas, surgiu a necessidade de adesão dos municípios aos programas de combate que até meados de 1996 tinham como objetivo a erradicação do mosquito, porém concluiu-se que o atual cenário urbanístico e a densidade demográfica são fatores adversos à eliminação do Aedes aegypti; em 2002 surgiu Programa Nacional de Controle a Dengue (PNCD), com as metas e objetivos para o controle vetorial e epidemiológico. Em 1999, o município de São Bernardo do Campo / SP aderiu ao Plano de Erradicação do Aedes aegypti (PEAa), neste período ainda não era considerado uma cidade com infestação. Posteriormente, em 2002 houve adesão ao PNCD, já consideração em situação de infestado pelo vetor. Há 24 anos o município vem construindo um legado com trabalho ininterrupto na prevenção e combate do mosquito Aedes aegypti, fator primordial para a baixa incidência de casos autóctones de quaisquer Arboviroses se comparado a outros municípios de fronteira. Outro motivo que garante este resultado é seguir os padrões e estrutura implantada pela extinta SUCEN (Superintendência de Controle de Endemias). Conquistar parceiros também é importante para combate ao vetor, por isso é necessário reuniões, capacitações, educação em saúde e comitês que possam estreitar as relações entre Secretarias e departamentos do município, promovendo resoluções de demandas em curto prazo e gerando multiplicadores de informações na comunidade e principalmente nas escolas da rede de ensino estadual, municipal e privada.
dc.description.courseMBA de Gestão Pública em Saúde
dc.identifier.urihttps://dspace.fmabc.br/handle/1/1147
dc.language.isopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.accessAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subject.keywordGestão em saúde
dc.subject.keywordInfecções por arbovirus
dc.subject.keywordDengue
dc.subject.keywordEpidemiologia
dc.titlePrograma de controle do mosquito Aedes Aegypti no município de São Bernardo do Campo
dc.typeTrabalho de conclusão de curso

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