Relação entre a qualidade de vida, qualidade do sono, prática de atividade física, capacidade cognitiva, depressão em idosos institucionalizados e comunitários na Amazônia Ocidental Brasileira
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Introdução: A transição da pirâmide populacional é uma realidade em diversas localidades no mundo e as projeções do aumento da população idosa no Brasil evidenciam a relevância da necessidade de estudos e políticas para a manutenção da capacidade funcional e cognitiva que podem influenciar na qualidade de vida das pessoas nessa faixa etária. Objetivo: Avaliar a qualidade de vida, qualidade do sono, prática de atividade física, capacidade cognitiva, depressão em idosos institucionalizados e comunitários. Método: 220 idosos de ambos os sexos foram divididos em dois grupos (Institucionalizados e Comunitários). Foram utilizados os questionários Short-Form Health Survey (SF-36); International Physical Activity Questionnaire (IPAQ); Katz Index of Independence in Activities of Daily Living (AVDKATZ); Geriatric Depression Scale (GDS-15); Mini-mental State Examination (MEEM); Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI); World Health Organization Quality of Life Assessment for Older Adults (WHOQOL-OLD). Resultados: Dos 220 idosos, 175 eram comunitários e 45 eram institucionalizados. A pesquisa revelou que o nível de atividade física e a capacidade cognitiva entre idosos comunitários foi maior que dos idosos institucionalizados (<0,001), no entanto, no instrumento SF-36 a capacidade funcional e a vitalidade dos idosos institucionalizados foram maiores que a dos idosos comunitários (<0,001). Quanto a percepção em relação a saúde, o grupo dos idosos institucionalizados afirmaram maior necessidade de melhorar a sua Qualidade de Vida relacionada a Saúde se comparado ao grupo dos idosos comunitários (<0,001). Idosos institucionalizados tiveram um déficit cognitivo maior que idosos comunitários (55,6% vs 24%; p<0,001). Pessoas idosas que vivem na comunidade tiveram uma maior prevalência de dados estatisticamente significativos (p-valor = 0,031) relacionados a sintomas de depressão (93,7%) em comparação com as pessoas idosas institucionalizadas (62,2%). Houve associação direta entre a atividade física e a capacidade cognitiva (p=0,007) e entre a qualidade de sono autorrelatada com a depressão (p=0,003). Conclusão: As pessoas idosas da comunidade têm maior nível de atividade física, capacidade cognitiva, apresentam maiores sintomas de depressão e sono melhor do que os idosos institucionalizados. Houve uma associação inversa entre qualidade do sono e depressão. Em nossa amostra, ser institucionalizada e ser mulher influenciou positivamente e sentir-se sozinha influenciou negativamente nos sintomas depressivos. Existe uma associação direta entre a atividade física e a capacidade cognitiva e entre a qualidade do sono e a depressão.
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