Tendência de mortalidade por acidente vascular encefálico na Região Sul do Brasil, no período de 2000 a 2021

dc.audience.educationLevelDoutorado
dc.contributor.advisorAbreu, Luiz Carlos de
dc.contributor.advisorRiera, Andrés Ricardo Peres
dc.contributor.authorGouveia Filho, Petronio Souto
dc.date.accessioned2026-04-09T17:59:46Z
dc.date.issued2025
dc.descriptionIntrodução: O acidente vascular encefálico é uma condição médica grave que ocorre quando há uma interrupção no fluxo sanguíneo para uma parte do cérebro. Objetivo: Analisar a tendência temporal do acidente vascular encefálico entre as populações dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul no período de 2000 até 2021. Método: Trata-se de um estudo ecológico com delineamento em séries temporais de óbitos por acidente vascular encefálico na população da região do Sul do Brasil. Especificamente, comparações pareadas foram realizadas com o coeficiente de mortalidade padronizado por idade do acidente vascular encefálico entre os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul no período de 2000 até 2021. Resultados: o total de número de óbitos por acidente vascular encefálico no período de 2000 até 2021 foi de 96879 óbitos no Paraná, 41716 óbitos em Santa Catarina e 101380 óbitos no Rio Grande do Sul. Em todos os estados, o grupo etário 80 anos ou mais representaram mais 30 por cento dos óbitos por acidente vascular encefálico (Paraná: 31,0%; Santa Catarina: 33,8%; Rio Grande do Sul: 35,3%). O grupo etário de 0 a 29 anos mais teve o menor número de acometidos pelo acidente vascular encefálico em todos os estados cerebral no estado do Paraná (767 óbitos), Santa Catarina (359 óbitos) e Rio Grande do Sul (688 óbitos). Nos três estados, o grupo etário 80 ou mais teve a maior quantidade de óbitos por acidente vascular encefálico em cada ano de 2000 até 2021, seguido dos grupos etários 70 a 79 anos, 60 a 69 anos, 50 a 59 anos, 40 a 49 anos, 30 a 39 anos e 0 a 29 anos. Discussão: Houve uma redução da mortalidade por acidente vascular encefálico na faixa etária entre 70 a 89 anos ressaltando o impacto das políticas de enfrentamento da doença, há uma tendência ao declínio acompanhando a tendência nacional, além da implantação da normativa de assistência ao paciente com o acidente vascular encefálico outras estratégias de prevenção e controle da doença trouxeram impacto na redução da mortalidade por acidente vascular encefálico com tendência a estabilidade. Conclusão: A análise dos dados de mortalidade por acidente vascular encefálico no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina revela como fatores externos, como a pandemia de COVID-19, podem influenciar drasticamente as tendências de saúde pública. Enquanto o Rio Grande do Sul manteve uma relativa estabilidade nas taxas de mortalidade por acidente vascular encefálico, Santa Catarina viu uma redução e estabilização significativa em 2021.
dc.description.courseCiências da Saúdept_BR
dc.identifier.urihttps://dspace.fmabc.br/handle/1/321
dc.language.isopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.accessAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subject.keywordAcidente vascular cerebral
dc.subject.keywordMortalidade
dc.subject.keywordPrevalência
dc.titleTendência de mortalidade por acidente vascular encefálico na Região Sul do Brasil, no período de 2000 a 2021
dc.typeTese

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