Abordagem fisioterapêutica na fase i de reabilitação pós-operatória de pacientes com infarto agudo do miocárdio, exploração dos recursos terapêuticos: revisão de literatura
| dc.audience.educationLevel | Especialização | |
| dc.contributor.advisor | Lunardi, Cláudia | |
| dc.contributor.author | Yamashiro, Sueli Harumi | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-30T14:05:10Z | |
| dc.date.issued | 2024 | |
| dc.description | Introdução: O Infarto do miocárdio (IAM) possui inúmeros fatores de risco, presentes para a maior parte da população adulta. Esta patologia está associada a algumas sintomatologias, dentre elas está a dor precordial, que é considerada como sintoma clássico do infarto. Os tratamentos cirúrgicos mais abordados são a angioplastia transluminal percutânea (ATPC) ou a revascularização miocárdica (RM), trazendo ainda mais importância a reabilitação cardiovascular (RVC), já que toda a condição do paciente contribuirá para limitação como um todo. Objetivo: Identificar diferentes recursos fisioterapêuticos empregados na fase hospitalar (fase I) da reabilitação cardiovascular em pacientes pós-cirurgia cardíaca devido a IAM. Métodos: O presente estudo se trata de uma revisão de literatura, a partir de buscas em bases de dados (PEDro, PubMed e LILACS) utilizando descritores (((("Cardiac Rehabilitation"[Mesh]) AND "Exercise"[Mesh]) AND "Myocardial Infarction"[Mesh]) AND "Thoracic Surgery"[Mesh]) AND "Adult"[Mesh]. Resultados: Obteve 125 artigos selecionados que teve como objetivo a coleta de informações sobre os recursos fisioterapêuticos em pós cirurgia cardíaca de infarto agudo do miocárdio em fase intra-hospitalar, mas apenas 6 foram selecionados para revisão. Os estudos selecionados para o presente trabalho evidenciam que os indivíduos cometidos por IAM em período pós-cirúrgico apresentam certo grau de insegurança e fragilidade, demonstrando maior necessidade de atenção para a reabilitação cardiovascular intra-hospitalar (fase I), podendo se iniciar 24 horas após a remoção do curativo, com finalidade preventiva para complicações como hematomas ou hemorragias. Além disso, existem diversos benefícios ao evitar o imobilismo nesta fase tão importante para bom prognóstico da moléstia, assim como evidenciados nos presentes estudos. Conclusão: É crucial acelerar a recuperação dos pacientes, dada a imobilidade pós-cirúrgica e suas limitações. Portanto, é importante explorar terapias na fase hospitalar de reabilitação cardiovascular. A reabilitação na fase I geralmente aumenta a intensidade gradualmente e a inclusão de diferentes instrumentos e terapias pode ser benéfica, desde que comprovadas por estudos | |
| dc.description.course | Fisioterapia Cardiorrespiratória e Terapia Intensiva | |
| dc.identifier.uri | https://dspace.fmabc.br/handle/1/1209 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International | en |
| dc.rights.access | Acesso Aberto | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ | |
| dc.subject.keyword | Fisioterapia | |
| dc.subject.keyword | Reabilitação | |
| dc.subject.keyword | Cuidados pós-operatórios | |
| dc.subject.keyword | Infarto do miocárdio | |
| dc.title | Abordagem fisioterapêutica na fase i de reabilitação pós-operatória de pacientes com infarto agudo do miocárdio, exploração dos recursos terapêuticos: revisão de literatura | |
| dc.type | Trabalho de conclusão de curso |
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