Avaliação do efeito da clonidina na variabilidade da frequência cardíaca durante raquianestesia

dc.audience.educationLevelDoutorado
dc.contributor.advisorRiera, Andrés Ricardo Pérez
dc.contributor.advisorBezerra, Italla Maria Pinheiro
dc.contributor.advisorAbreu, Luiz Carlos de
dc.contributor.authorBatista, Hermes Melo Teixeira
dc.date.accessioned2026-04-22T12:41:10Z
dc.date.issued2019
dc.descriptionIntrodução: raquianestesia consiste na administração de anestésicos locais, com ou sem adjuvantes no espaço subaracnóideo, bloqueando a condução nervosa sensorial, motora e autonômica entre a periferia e o sistema nervoso central. A alta do paciente da sala de recuperação pós-anestésica é baseada no retorno da função motora e não leva em consideração a recuperação da atividade autonômica. Não está claro na literatura se a regressão do bloqueio motor é acompanhado do retorno da função autonômica. A variabilidade da frequência cardíaca consiste em uma medida simples e não-invasiva dos intervalos R-R do eletrocardiograma, utilizando métodos estatísticos e matemáticos, além de conceitos baseados na Teoria do Caos que representa o sistema nervoso autônomo e pode ser útil na avaliação da recuperação autonômica pós-raquianestesia. Objetivo: avaliar a função autonômica no momento do retorno da função motora em pacientes que receberam raquianestesia. Método: ensaio clínico randomizado, duplo cego, realizado em hospital terciário, no municipio de Juazeiro do Norte, Ceará, Brasil. A amostra constou de 71 pacientes ASA I a III, submetidos a cirurgia ortopédica de membros inferiores e abdomen inferior sob raquianestesia. A Variabilidade da Frequência Cardìaca foi avaliada em três momentos: repouso, 20 minutos após a anestesia, e no momento da recuperação da função motora segundo os critérios de Bromage. Foram utilizados métodos lineares, no domínio da frequência e entropia aproximada como método não linear. Os dados foram coletados utilizando um cardiofrequencímetro Polar V800® e submetidos a análise e filtragem pelo software Kubios 3.0®. Resultados: Quando comparada a entropia aproximada do grupo clonidina em T3 com T1, foi observada diferença significativa (p=0,0277), indicando uma persistência do bloqueio simpático mesmo após o retorno da função motora. Comparando os momentos T3 com T1 foi observada diferença estatística no grupo C (p=0,0283). Não houve diferença no grupo bupivacaína quando comparados os mesmos momentos. Conclusão: O uso de clonidina na raquianestesia prolonga a duração do bloqueio simpático, mesmo após a recuperação da função motora.
dc.description.courseCiências da Saúdept_BR
dc.identifier.urihttps://dspace.fmabc.br/handle/1/388
dc.language.isopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.accessAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subject.keywordRaquianestesia
dc.subject.keywordSistema nervoso autônomo
dc.titleAvaliação do efeito da clonidina na variabilidade da frequência cardíaca durante raquianestesia
dc.typeTese

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