Análise da mortalidade materna do estado de São Paulo no período de 2009 a 2019

dc.audience.educationLevelMestrado
dc.contributor.advisorCorrea, João Antônio
dc.contributor.advisorAbreu, Luiz Carlos de
dc.contributor.authorBueno, Luciane Amorim da Silva
dc.date.accessioned2026-04-07T19:14:36Z
dc.date.issued2020
dc.descriptionIntrodução: A redução da mortalidade materna se configura um grave problema de saúde pública, atingindo desigualmente as regiões brasileiras e com maior incidência em mulheres das classes sociais com menor ingresso e acesso aos bens sociais. Objetivo: Avaliar a mortalidade materna, no período de 2009-2019, no estado de São Paulo, Brasil. Método: Estudo de séries temporais com uso de dados secundários do Departamento de Informação do Sistema Único de Saúde (DATASUS) contidos no Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) e Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (SINASC), no período de 01 de janeiro de 2009 a 31 de dezembro de 2019. Foram consideradas todas as mortes maternas entre 10 e 49 anos, residentes no estado de São Paulo. Em seguida, foi calculada taxa de mortalidade materna (x 100.000 nascidos vivos de mães residentes). Foram construídas séries temporais a partir da taxa de mortalidade materna, entre os anos de 2009 a 2019, para as sete regiões e Estado de São Paulo. A transformação logarítmica de base 10 do percentual da taxa de mortalidade materna foi considerada como variável dependente (y) e o ano-centralizado como variável independente (x). Para analisar a tendência, utilizou-se o modelo de Prais-Winsten. Estimou-se a variação percentual anual (APC) e seus respectivos intervalos de 95% de confiança. A tendência foi considerada presente quando o zero não esteve contido no intervalo de confiança de 95% do APC, sendo: (i) ascendente quando APC positivo e (ii) decrescente quando APC negativo. Na ausência de diferença estatisticamente significativa, a tendência foi nomeada estacionária. Todas as análises foram realizadas no software R versão 3.6.1. Resultados: No Estado de São Paulo foram notificados 3.075 óbitos maternos no período de 2009 a 2019, correspondendo a uma razão de mortalidade de 45,9 óbitos para cada 100.000 nascidos vivos. A frequência absoluta e relativa do óbito materno foi maior nas seguintes variáveis: na faixa etária de 20 a 29 anos (37,3%) e 30 a 39 anos (43,93%), branca (56,22%) e parda (32,35%), escolaridade de oito a 11 anos (40%), solteiras (50,37%) e hospital como local de ocorrência do óbito (92,81%). O tipo de óbito materno frequente foi o direto tendo as principais causas: eclampsia, hipertensão gestacional e hemorragia pós-parto. A análise da variação percentual anual (APC) da razão de mortalidade materna do estado e dos sete clusteres de São Paulo foi estacionária. Conclusão: A análise da razão da mortalidade Materna no estado de São Paulo e os sete conglomerados foi estacionária.
dc.description.courseCiências da Saúdept_BR
dc.identifier.urihttps://dspace.fmabc.br/handle/1/313
dc.language.isopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.accessAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subject.keywordSaúde da mulher
dc.subject.keywordMortalidade materna
dc.subject.keywordSaúde materna
dc.subject.keywordEpidemiologia
dc.titleAnálise da mortalidade materna do estado de São Paulo no período de 2009 a 2019
dc.typeDissertação

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