Ressonância magnética no diagnóstico do adenocarcionoma prostático

dc.audience.educationLevelEspecialização
dc.contributor.advisorNobeshi, Leandro
dc.contributor.authorOliveira, José da Luz
dc.date.accessioned2026-06-02T16:25:53Z
dc.date.issued2019
dc.descriptionA próstata é uma glândula do sistema genital masculino. Fica logo abaixo da bexiga e na frente do reto e a uretra, o canal que transporta urina passa através dela. A próstata contém pequeninas glândulas que tem como função produzir e armazenar fluido incolor que fazendo com que aumente o fluido seminal ou sêmen, que protege e nutre os espermatozóides. O adenocarcinoma da próstata começa com pequenas mudanças no tamanho e forma das células das glândulas da próstata. Essa mutação tem o nome de neoplasia intraepitelial prostática (PIN), pode ser de baixo grau ou de alto grau e pode ser detectada precocemente através de métodos diagnósticos de triagem em indivíduos sem sintomas preconiza-se o toque retal e o PSA séricos anuais a partir de 50 anos de idade. A ressonância magnética (RM) se destaca entre essas modalidades como a mais robusta e que melhor correlaciona com a evolução clínica dos pacientes com adenocarcinoma. Este estudo avalia o papel da RM de próstata e suas técnicas funcionais no diagnóstico, estadiamento e avaliação de risco do adenocarcinoma. O exame é realizado em aparelhos de alto campo (1.5 T ou 3.0 T), com bobina de superfície na pelve para maximizar o sinal na região estudada. Dessa forma a RM tem se tornado uma modalidade poderosa no estudo e estadiamento do adenocarcinoma, com desempenho muito maior ao exame digital retal ou à ultrassonografia transretal (USTR). A RM tem limitações em tumores pequenos (< 0,5 cm3) e em tumores de baixo grau (somatório de Gleason < 6), sendo nestes casos a detecção tumoral dificultada no estudo de RM, mesmo com a utilização da espectroscopia e da perfusão. A RM tem limitações em tumores pequenos (< 0,5 cm3) e em tumores de baixo grau (somatório de Gleason < 6), sendo nestes casos a detecção tumoral dificultada no estudo de RM, mesmo com a utilização da espectroscopia e da perfusão. Por tanto foi concluído que a RM é um método de exame muito eficaz e indispensável para o resultado do final do diagnóstico do adenocarcinoma.
dc.description.courseTomografia Computadorizada e Ressonância Magnética
dc.identifier.urihttps://dspace.fmabc.br/handle/1/766
dc.language.isopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.accessAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subject.keywordDiagnóstico por imagem
dc.subject.keywordEspectroscopia de ressonância magnética
dc.subject.keywordAdenocarcinoma
dc.subject.keywordPróstata
dc.subject.keywordSaúde do homem
dc.titleRessonância magnética no diagnóstico do adenocarcionoma prostático
dc.typeTrabalho de conclusão de curso

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