Nível de atividade física e composição corporal de remanescentes quilombolos
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Introdução: A inatividade física e a alta ingesta de alimentos são fatores que contribuem para o acometimento de doenças na população mundial. A atividade física é uma boa estratégia que pode contribuir no combate da obesidade também em países e comunidades de baixa renda. Tem-se observado que, no Brasil, há uma maior prevalência do excesso de peso entre os afro-brasileiros, nos quais se enquadram o grupo de menor nível socioeconômico como os remanescentes quilombolas por exemplo. Objetivo: O objetivo do estudo foi avaliar o nível de atividade física e a composição corporal de uma comunidade quilombola do Estado do Tocantins. Materiais e Métodos: Participaram do estudo quilombolas de 10 à 81 anos, totalizando uma amostra de 73 pessoas de ambos os sexos. Para avaliação do Nível de Atividade Física, foram utilizados dois instrumentos, para as crianças de 10 à 13 anos foi utilizado o Questionário de Avaliação do Nível de Atividade Física e Comportamento Sedentário e os participantes de 14 anos em diante, o Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ). Para avaliação da composição corporal foi utilizado bioimpedância tetrapolar. Foi realizada análise descritiva das variáveis utilizando o software Stata versão 11.0. Resultados: Ao avaliar o nível de atividade física verificou-se um alto nível entre os adolescentes, adultos e idosos não houve nenhum sedentário. Já entre as crianças até 13 anos, observou-se 47,8% com baixo nível de atividade física. Com relação a composição corporal, as crianças obtiveram melhores resultados, 65,3% classificados como ótimos contra 31,6% dos adolescentes. A maioria dos adultos e idosos (96,8%) apresentaram altos níveis de gordura corporal. Conclusão: Os achados desse estudo apresentam um menor nível de atividade física de crianças e adolescentes da comunidade quilombola estudada quando comparada aos adultos e idosos. Os índices de gordura corporal das crianças estão dentro do recomendado, no entanto, o nível de gordura aumenta ao longo dos anos. Adultos e idosos estão com elevados índices de gordura e perímetro abdominal apresentando risco de complicações metabólicas e acometimentos por doença crônica.
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