A importância da ressonância magnética no diagnóstico do Alzheimer: alterações estruturais : alterações estruturais
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A ressonância magnética é um fenômeno físico que acontece quando núcleos de determinados elementos (hidrogênio em sua maioria) são submetidos a um forte campo magnético e excitados por ondas de radiofrequência, após expostos a radiofrequência estes elementos emitem rádio sinal, que será captado por uma antena e transformado em imagem. A ressonância magnética é uma modalidade de estudo diagnóstico por imagem não invasiva, muito eficiente para o estudo de partes moles, como o estudo do crânio. A doença de Alzheimer atinge principalmente a população com mais de 60 anos, e é caracterizada pela degradação cognitiva e degradação da memória, as chances de um indivíduo portar a doença aumentam conforme o avanço do envelhecimento, o que torna difícil de fechar o diagnóstico, já que pode ser confundido com o processo natural de envelhecimento. A doença de Alzheimer pode ser classificada como uma doença neurodegenerativa progressiva e irreversível. O diagnóstico da doença é possível após a exclusão de outras possíveis causas para a demência, isto se torna possível após a realização de exames clínicos, laboratoriais e neuroimagem cerebral, como a ressonância magnética. Com o intuito de obter informação sobre processos fisiológicos e patológicos diariamente são desenvolvidas novas técnicas de imagens por ressonância magnética, possibilitando avaliação estrutural e funcional das estruturas cerebrais
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